"A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!" Chico Xavier
domingo, 2 de outubro de 2011
"O que as vezes,não é possivel as mãos alcançarem. O coração alcança.Numa proporção muito maior."
"O que as vezes,não é possivel as mãos alcançarem. O coração alcança.Numa proporção muito maior."
Parece-me fácil viver sem ódio... mas sem amor, acho impossível!
Parece-me fácil viver sem ódio... mas sem amor, acho impossível!
Jorge Luis Borges
Jorge Luis Borges
A verdade é que, enquanto você estiver assim,
"A verdade é que, enquanto você estiver assim, nessa interminável agonia, esperando notícias que nunca chegam, vai deixar passar várias possibilidades, interessantes ao seu redor.
Claro, ninguém se compara a quem você aguarda, mas quem você aguarda não está disponível no momento. Poderá, inclusíve, nunca estar, apesar de tudo o que foi dito naquele dia.
Pessoas que somem não são confiáveis."
( Fernanda Young )
Claro, ninguém se compara a quem você aguarda, mas quem você aguarda não está disponível no momento. Poderá, inclusíve, nunca estar, apesar de tudo o que foi dito naquele dia.
Pessoas que somem não são confiáveis."
( Fernanda Young )
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.A vida muda, quando "você muda".
Rir é correr risco de parecer tolo.
"Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
... Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!"
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
... Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!"
( Seneca )
Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra,
Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio do deserto, seja no meio das grandes cidades, e quando estas pessoas se cruzam , e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perdem qualquer importância, e só existe aquele momento e aquela certeza incrível de que todas as coisas debaixo do sol foram escritas pela mesma Mão.
(Paulo Coelho)
(Paulo Coelho)
Pense Nisso.
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Cada minuto, da sua vida é único.
Cada minuto, da sua vida é único. Seja bom ou ruim, jamais haverá outro igual. Por isso, nunca pense naquilo que acabou, mas sim naquilo que valeu apena enquanto durou." Afinal nunca é prudente dependermos demais de outras pessoas, pois ninguém é eterno ainda! Além do que, as pessoas mudam em seus sentimentos e critérios também, então para evitarmos uma decepção maior, e muitas vezes sermos seriamente afetados pelos desapontamentos da vida que as pessoas nos causam, nada melhor que termos como certa uma coisa: tudo passa.
Eu quero tudo e mais ainda.
"(..) Eu quero tudo e mais ainda.
Amor tem que encher o coração, a casa, a alm...a.
Pouco ou metades nunca me completaram."
Amor tem que encher o coração, a casa, a alm...a.
Pouco ou metades nunca me completaram."
O PENSAMENTO É VIDA.
O PENSAMENTO É VIDA.
Não te perturbes pensando no passado triste,
Conduz teu pensamento com segurança para o futuro.
Pensa na beleza que por toda a parte existe...
Sorri... porque serás Feliz!
A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras".
A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas
as outras".
Afinidade
| 2 de outubro de 2011 11:27 |
AFINIDADE
- Arthur da Távola
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
(...)
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar,
por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos,
veremos ou falaremos.
(...)
A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois
encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir
restituir o clima afetivo de antes, é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta,
ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas,
plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
(...)
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar,
por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos,
veremos ou falaremos.
(...)
A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois
encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir
restituir o clima afetivo de antes, é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta,
ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas,
plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
Viva intensamente cada dia
Viva intensamente cada dia
Para ser feliz não existe poção mágica. É preciso somente que se tenha a alma limpa
e desprovida de mágoas e rancores. Quanto mais tempo ficarmos remoendo as dores
mais tempo levaremos para cicatrizar as feridas. Não há mal que dure para sempre.
Por maior que um problema possa parecer jamais poderá ser maior que a nossa vontade de viver.
Estamos aqui de passagem. Nada trouxemos e nada levaremos.
Cada um é livre para cumprir a sua missão da maneira que desejar.
Nada colheremos além do que plantarmos. Quem nunca passou por um momento difícil na vida?
Somente nessas horas podemos medir o tamanho da nossa força interior.
Viver é enfrentar os obstáculos de frente. Fugir ou adiar será apenas prorrogar o sofrimento.
Sempre teremos almas iluminadas nos estendendo a mão mas, para que isso aconteça,
precisamos deixar aberto o nosso coração. A Felicidade está sempre batendo a nossa porta,
basta abri-la e convidá-la a entrar.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência
sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores
são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre.
Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz
chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz e Amor !
A VERDADEIRA PROSPERIDADE
A
VERDADEIRA PROSPERIDADE
O
homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do
que encontra ao chegar e deixa ao partir goza ele enquanto aqui permanece.
Forçado, porém, que é a abandonar tudo isso, não tem das suas riquezas a posse
real, mas, simplesmente, o usufruto. Que é então o que ele possui? Nada do que é
de uso do corpo; tudo o que é de uso da alma: a inteligência, os conhecimentos,
as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode
arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste.
Depende dele ser mais rico ao partir do que ao chegar, visto como, do que tiver
adquirido em bem, resultará a sua posição futura. Quando alguém vai a um país
distante, constitui a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país; não se
preocupa com os que ali lhe seriam inúteis. Procedei do mesmo modo com relação à
vida futura; aprovisionai-vos de tudo o de que lá vos possais servir.
Ao
viajante que chega a um albergue, bom alojamento é dado, se o pode pagar. A
outro, de parcos recursos, toca um menos agradável. Quanto ao que nada tenha de
seu, vai dormir numa enxerga. O mesmo sucede ao homem, a sua chegada no mundo
dos Espíritos: depende dos seus haveres o lugar para onde vá. Não será, todavia,
com o seu ouro que ele o pagará. Ninguém lhe perguntará: Quanto tinhas na Terra?
Que posição ocupavas? Eras príncipe ou operário? Perguntar-lhe-ão: Que trazes
contigo? Não se lhe avaliarão os bens, nem os títulos, mas a soma das virtudes
que possua. Ora, sob esse aspecto, pode o operário ser mais rico do que o
príncipe. Em vão alegará que antes de partir da Terra pagou a peso de ouro a sua
entrada no outro mundo. Responder-lhe-ão: Os lugares aqui não se compram:
conquistam-se por meio da prática do bem. Com a moeda terrestre, hás podido
comprar campos, casas, palácios; aqui, tudo se paga com as qualidades da alma.
És rico dessas qualidades? Sê bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira
categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobre delas? Vai para um dos da
última, onde serás tratado de acordo com os teus haveres.
- Pascal
(Genebra,
1860)
Os
bens da Terra pertencem a Deus, que os distribui a seu grado, não sendo o homem
senão o usufrutuário, o administrador mais ou menos íntegro e inteligente desses
bens. Tanto eles não constituem propriedade individual do homem, que Deus
frequentemente anula todas as previsões e a riqueza foge àquele que se julga com
os melhores títulos para possuí-la.
Direis,
porventura, que isso se compreende no tocante aos bens hereditários, porém, não
relativamente aos que são adquiridos pelo trabalho. Sem dúvida alguma, se há
riquezas legítimas, são estas últimas, quando honestamente conseguidas,
porquanto uma propriedade só é legitimamente adquirida quando, da sua aquisição,
não resulta dano para ninguém. Contas serão pedidas até mesmo de um único ceitil
mal ganho, isto é, com prejuízo de outrem. Mas, do fato de um homem dever a si
próprio a riqueza que possua, seguir-se-á que, ao morrer, alguma vantagem lhe
advenha desse fato? Não são amiúde inúteis as precauções que ele toma para
transmiti-la a seus descendentes? Decerto, porquanto, se Deus não quiser que ela
lhes vá ter às mãos, nada prevalecerá contra a sua vontade. Poderá o homem usar
e abusar de seus haveres durante a vida, sem ter de prestar contas? Não.
Permitindo-lhe que a adquirisse, é possível haja Deus tido em vista
recompensar-lhe, no curso da existência atual, os esforços, a coragem, a
perseverança. Se, porém, ele somente os utilizou na satisfação dos seus sentidos
ou do seu orgulho; se tais haveres se lhe tornaram causa de falência, melhor
fora não os ter possuído, visto que perde de um lado o que ganhou do outro,
anulando o mérito de seu trabalho. Quando deixar a Terra, Deus lhe dirá que já
recebeu a sua recompensa.
M.,
Espírito
protetor
(Bruxelas,
1861)
Livro: O
Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan
Kardec
FEB – Federação Espírita BrasileiraUm dia vc aprende a diferença a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma...
Um dia vc aprende a diferença a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma... Shakespeare...
E o remédio mais eficaz: Doe-se!”
"Se existe alguma falta, de qualquer tipo, seja
a
necessidade de um emprego, ou de dinheiro, ou
de
orientação, ou até mesmo de cura, algo
está
bloqueando o fluxo. E o remédio mais eficaz:
Doe-se!”
[Eric Butterworth, “Spiritual Economics, The
Prosperity Process”]
Faça o que voce sente que deve fazer,reciprocidade nao acontece por obrigação e sim por sintonia.
Faça o que voce sente que deve fazer, reciprocidade não acontece por obrigação e sim por sintonia.
MANIFESTO O DEVIDO APREÇO A TUDO E A TODOS.
MANIFESTO O DEVIDO APREÇO A
TUDO E A TODOS.
Unidade
Você está dando?
Você está
dando?
"A lei de
prosperidade, cuja primeira ação é dar,
vem tão perto no
coração do ser, que
raramente
poderíamos
esperar pesar e
equilibrá-la
através de números
e cálculos ...
Devemos dar sem
expectativa de retorno".
[Ernest C. Wilson, ‘The Great
Physician’]
Seus Olhos
Seus Olhos
Gonçalves Dias
Seus olhos tão negros, tão belos,
tão puros,
De vivo luzir,
Estrelas incertas, que as águas dormentes
Do mar vão ferir;
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Têm meiga expressão,
Mais doce que a brisa, - mais doce que o nauta
De noite cantando, - mais doce que a flauta
Quebrando a solidão,
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
São meigos infantes, gentis, engraçados
Brincando a sorrir.
São meigos infantes, brincando, saltando
Em jogo infantil,
Inquietos, travessos; - causando tormento,
Com beijos nos pagam a dor de um momento,
Com modo gentil.
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Às vezes luzindo, serenos, tranqüilos,
Às vezes vulcão!
Às vezes, oh! sim, derramam tão fraco,
Tão frouxo brilhar,
Que a mim me parece que o ar lhes falece,
E os olhos tão meigos, que o pranto umedece
Me fazem chorar.
Assim lindo infante, que dorme tranqüilo,
Desperta a chorar;
E mudo e sisudo, cismando mil coisas,
Não pensa - a pensar.
Nas almas tão puras da virgem, do infante,
Às vezes do céu
Cai doce harmonia duma Harpa celeste,
Um vago desejo; e a mente se veste
De pranto co'um véu.
Quer sejam saudades, quer sejam desejos
Da pátria melhor;
Eu amo seus olhos que choram em causa
Um pranto sem dor.
Eu amo seus olhos tão negros, tão puros,
De vivo fulgor;
Seus olhos que exprimem tão doce harmonia,
Que falam de amores com tanta poesia,
Com tanto pudor.
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Eu amo esses olhos que falam de amores
Com tanta paixão.
De vivo luzir,
Estrelas incertas, que as águas dormentes
Do mar vão ferir;
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Têm meiga expressão,
Mais doce que a brisa, - mais doce que o nauta
De noite cantando, - mais doce que a flauta
Quebrando a solidão,
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
São meigos infantes, gentis, engraçados
Brincando a sorrir.
São meigos infantes, brincando, saltando
Em jogo infantil,
Inquietos, travessos; - causando tormento,
Com beijos nos pagam a dor de um momento,
Com modo gentil.
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Às vezes luzindo, serenos, tranqüilos,
Às vezes vulcão!
Às vezes, oh! sim, derramam tão fraco,
Tão frouxo brilhar,
Que a mim me parece que o ar lhes falece,
E os olhos tão meigos, que o pranto umedece
Me fazem chorar.
Assim lindo infante, que dorme tranqüilo,
Desperta a chorar;
E mudo e sisudo, cismando mil coisas,
Não pensa - a pensar.
Nas almas tão puras da virgem, do infante,
Às vezes do céu
Cai doce harmonia duma Harpa celeste,
Um vago desejo; e a mente se veste
De pranto co'um véu.
Quer sejam saudades, quer sejam desejos
Da pátria melhor;
Eu amo seus olhos que choram em causa
Um pranto sem dor.
Eu amo seus olhos tão negros, tão puros,
De vivo fulgor;
Seus olhos que exprimem tão doce harmonia,
Que falam de amores com tanta poesia,
Com tanto pudor.
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Eu amo esses olhos que falam de amores
Com tanta paixão.
"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só." Amir Klink
"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só." Amir Klink
Answer here
Bom dia Meus Amigos & Amigas. Abraços. João da Matta
Bom dia Meus Amigos & Amigas.Abraços.João da Matta
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Alguém disse: "A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja. Exerce-se". Eu penso que, assim como é preciso semear para que germine, convém bater à porta do pretendido amigo e é aí que se busca. Abraços. Obrigado por sua Amizade. João da Matta.
Alguém disse: "A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja. Exerce-se". Eu penso que, assim como é preciso semear para que germine, convém bater à porta do pretendido amigo e é aí que se busca. Abraços. Obrigado por sua Amizade. João da Matta.
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