sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Liberdade é o seguinte: não tenho a menor idéia de onde fica Irkusk. Mas se algum dia me proibirem de ir lá, Irkusk passará a ser o objetivo fundamental de minha vida". André Gide, escritor, FRA, 1869-1951

"Liberdade é o seguinte: não tenho a menor idéia de onde fica Irkusk. Mas se algum dia me proibirem de ir lá, Irkusk passará a ser o objetivo fundamental de minha vida". André Gide, escritor, FRA, 1869-1951

Answer here

Pátria – um lugar para amar

Pátria – um lugar para amar




Giuseppe Fortunino Francesco Verdi foi um compositor de óperas do período romântico italiano. Considerado, então, o m! aior compositor nacionalista da Itália.

Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. Suas obras são executadas com frequência em Casas de Ópera em todo o mundo e, transcendendo os limites do gênero, alguns de seus temas estão, há muito, enraizados na cultura popular.

Entre esses, Va, pensiero, o coro dos escravos hebreus, da ópera Nabucco.

Nabucco é uma ópera em quatro atos, escrita em 1842. Conta a história do rei Nabucodonosor da Babilônia.

Por ter sido escrita durante a ocupação austríaca no norte da Itália, dadas as tantas analogias que apresenta, suscitou o sentimento nacionalista italiano.

O coro dos escravos hebreus, no terceiro ato da ópera, tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época.

No mês de março do ano em curso [2011], no Teatro da Ópera de Roma, esse coro levou os cantores e músicos à muita emoção. E o público presente, ao delírio, numa grande demonstração de fé patriótica.

O maestro Riccardo Muti acabara de reger o célebre coro dos escravos, Va pensiero. O público aplaudia incessantemente e bradava bis!

O maestro, então, se volta para a plateia e recorda o significado patriótico do Va pensiero que, além de sua intrínseca beleza, que é inexcedível, tem enorme apelo emocional, até hoje, entre os italianos.

Riccardo pede ao público presente que o cante agora, com a orquestra e o coro do teatro, como manifestação de protesto patriótico contra a ameaça de morte contida nos planejados cortes do orçamento da cultura.

Ele rege o público, enquanto a orquestra e o coro se irmanam na execução do hino, cujos versos podemos assim traduzir:

Voa, pensamento, com tuas asas douradas. Voa, pousa nas encostas e no topo das colinas, onde perfumam mornas e macias as brisas doces do solo natal!

Cumprimenta as margens do rio Jordão, as torres derrubadas de Jerusalém...

Oh, minha pátria tão bela e perdida! Oh, lembrança tão cara e fatal!

Harpa dourada dos grandes poetas, por que agora estás muda?

Reacende as memórias no nosso peito, fala-nos do bom tempo que foi!

Traduz em música o nosso sofrimento, deixa-te inspirar pelo Senhor para que nossa dor se torne virtude!

* * *

As câmeras passeiam pela plateia, mostrando a emoção, a unção. Quem sabia a letra, cantou. Quem não a sabia, acompanhou a melodia.

Foi uma verdadeira prece. Prece ao Senhor, rogativa às autoridades. Um exemplo de patriotismo.

Um maestro que clama, chora e concita o povo a bradar pela manutenção do bom, do belo, da cultura.

Alguém que, consciente da sua cidadania, vai além do seu dever como artista.

Serve-se do palco, da plateia, para esclarecer, para despertar consciências, para lutar pelo ideal que defende.

Que se repitam no mundo, em todas as nações, tal grandioso exemplo para que não se percam as raízes, para que se preserve a cultura, a arte, o belo.



Redação do Momento Espírita, com base nas imagens do vídeo do link http://youtu.be/g_gmto6jnrs

Em 23.09.2011

Pátria – um lugar para amar

Pátria – um lugar para amar




Giuseppe Fortunino Francesco Verdi foi um compositor de óperas do período romântico italiano. Considerado, então, o m! aior compositor nacionalista da Itália.

Foi um dos compositores mais influentes do século XIX. Suas obras são executadas com frequência em Casas de Ópera em todo o mundo e, transcendendo os limites do gênero, alguns de seus temas estão, há muito, enraizados na cultura popular.

Entre esses, Va, pensiero, o coro dos escravos hebreus, da ópera Nabucco.

Nabucco é uma ópera em quatro atos, escrita em 1842. Conta a história do rei Nabucodonosor da Babilônia.

Por ter sido escrita durante a ocupação austríaca no norte da Itália, dadas as tantas analogias que apresenta, suscitou o sentimento nacionalista italiano.

O coro dos escravos hebreus, no terceiro ato da ópera, tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época.

No mês de março do ano em curso [2011], no Teatro da Ópera de Roma, esse coro levou os cantores e músicos à muita emoção. E o público presente, ao delírio, numa grande demonstração de fé patriótica.

O maestro Riccardo Muti acabara de reger o célebre coro dos escravos, Va pensiero. O público aplaudia incessantemente e bradava bis!

O maestro, então, se volta para a plateia e recorda o significado patriótico do Va pensiero que, além de sua intrínseca beleza, que é inexcedível, tem enorme apelo emocional, até hoje, entre os italianos.

Riccardo pede ao público presente que o cante agora, com a orquestra e o coro do teatro, como manifestação de protesto patriótico contra a ameaça de morte contida nos planejados cortes do orçamento da cultura.

Ele rege o público, enquanto a orquestra e o coro se irmanam na execução do hino, cujos versos podemos assim traduzir:

Voa, pensamento, com tuas asas douradas. Voa, pousa nas encostas e no topo das colinas, onde perfumam mornas e macias as brisas doces do solo natal!

Cumprimenta as margens do rio Jordão, as torres derrubadas de Jerusalém...

Oh, minha pátria tão bela e perdida! Oh, lembrança tão cara e fatal!

Harpa dourada dos grandes poetas, por que agora estás muda?

Reacende as memórias no nosso peito, fala-nos do bom tempo que foi!

Traduz em música o nosso sofrimento, deixa-te inspirar pelo Senhor para que nossa dor se torne virtude!

* * *

As câmeras passeiam pela plateia, mostrando a emoção, a unção. Quem sabia a letra, cantou. Quem não a sabia, acompanhou a melodia.

Foi uma verdadeira prece. Prece ao Senhor, rogativa às autoridades. Um exemplo de patriotismo.

Um maestro que clama, chora e concita o povo a bradar pela manutenção do bom, do belo, da cultura.

Alguém que, consciente da sua cidadania, vai além do seu dever como artista.

Serve-se do palco, da plateia, para esclarecer, para despertar consciências, para lutar pelo ideal que defende.

Que se repitam no mundo, em todas as nações, tal grandioso exemplo para que não se percam as raízes, para que se preserve a cultura, a arte, o belo.



Redação do Momento Espírita, com base nas imagens do vídeo do link http://youtu.be/g_gmto6jnrs

Em 23.09.2011

COISAS DA VIDA

COISAS DA VIDA


SÓ PARA OS MAIS IMPORTANTES....



Já escondi um amor com medo de perdê - lo,

Já perdi um amor por escondê - lo...

Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,

Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.

Já expulsei pessoas que amava de minha vida,

Já me arrependi por isso...

Já passei noites chorando até pegar no sono,

Já fui dormir tão feliz,

Ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...

Já acreditei em amores perfeitos,

Já descobri que eles não existem...

Já amei pessoas que me decepcionaram,

Já decepcionei pessoas que me amaram...

Já passei horas na frente do espelho

Tentando descobrir quem sou,

Já tive tanta certeza de mim,

Ao ponto de querer sumir...

Já menti e me arrependi depois,

Já falei a verdade

E também me arrependi...

Já fingi não dar importância a pessoas que amava,

Para mais tarde chorar quieto em meu canto...

Já sorri chorando lágrimas de tristeza,

Já chorei de tanto rir...

Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,

Já deixei de acreditar nas que realmente valiam...

Já tive crises de riso quando não podia...

Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,

Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros...

Já fingi ser o que não sou para agradar uns,

Já fingi ser o que não sou para desagradar outros...

Já senti muita falta de alguém,

Mas nunca lhe disse...

Já gritei quando deveria calar,

Já calei quando deveria gritar...

Já contei piadas e mais piadas sem graça,

Apenas para ver um amigo mais feliz...

Já inventei histórias de final feliz

Para dar esperança a quem precisava...

Já sonhei demais,

Ao ponto de confundir com a realidade...

Já tive medo do escuro,

Hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"...

Já caí inúmeras vezes

Achando que não iria me reerguer,



Já me reergui inúmeras vezes

Achando que não cairia mais...

Já liguei para quem não queria

Apenas para não ligar para quem realmente queria...

Já corri atrás de um carro,

Por ele levar alguém que eu amava embora.

Já chamei pela mãe no meio da noite

Fugindo de um pesadelo,

Mas ela não apareceu

E foi um pesadelo maior ainda...

Já chamei pessoas próximas de "amigo"

E descobri que não eram;

Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada

E sempre foram e serão especiais para mim...

Não me dêem formulas certas,

Porque eu não espero acertar sempre...

Não me mostre o que esperam de mim,

Porque vou seguir meu coração!...

Não me façam ser o que eu não sou,

Não me convidem a ser igual,

Porque sinceramente sou diferente!...

Não sei amar pela metade,

Não sei viver de mentiras,

Não sei voar com os pés no chão...

Sou sempre eu mesma,

Mas com certeza não serei a mesma para sempre...

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.

Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.

Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:

- E daí? EU ADORO VOAR!

..."

Clarice Lispector

Tem muita "MULHER" por aí que tranca álbum no orkut, tranca informações no facebook, tranca posts no twitter... mas a piriquita nunca viu um cadeado!

Tem muita "MULHER" por aí que tranca álbum no orkut, tranca informações no facebook, tranca posts no twitter... mas a piriquita nunca viu um cadeado!

Ask me anything

"A cor dos olhos não vale nada, a questão é a expressão deles. Podem ser azuis como o céu e pérfidos como o mar."

"A cor dos olhos não vale nada, a questão é a expressão deles. Podem ser azuis como o céu e pérfidos como o mar." Machado de Assis



Flores Silvestre

Flores Silvestre


Casemiro Cunha





Já viste, filho, a floresta

Varrida pelas tormentas?

Partem-se troncos anosos,

Caem copas opulentas.



Mil árvores grandiosas

Esfacelam-se nos ares,

Tombam gigantes da selva,

Venerandos, seculares.



Mas as florinhas silvestres

São apenas balouçadas,

Continuando graciosas

A tapetar as estradas.



Zune o vento? geme a selva?

Não sabe a pequena flor,

Que perfumando o caminho

Compõe um hino de amor.



Flores silvestres!... Imagem

Dos bons e dos pequeninos,

Que sobre o mundo derramam

As graças dos dons divinos.



Na selva da vida humana

Caem grandes, poderosos:

Arcas repletas de ouro,

E frontes ébrias de gozos.



Mas, os humildes da Terra,

Dentro da fé que os conduz,

Não caem... São refletores

Da bondade de Jesus.



Flores silvestres da Vida,

Não sabem se há tempestade

De ambições e se há no mundo

Leis de ódio e de iniquidade.



Nos dias mais tormentosos,

Sê, filho, como esta flor:

Chore o homem, grite o mundo,

Palmilha a estrada do amor!





(Do livro "Parnaso de Além-Túmulo", Francisco Cândido Xavier)

Nossa mente é um aparelho de radio, que transmite nossos pensamentos e recebe os alheios.

Nossa mente é um aparelho de radio, que transmite nossos pensamentos e recebe os alheios.


Mas só recebemos os pensamentos que quisermos.



Depende de nós fixamos nossa mente numa faixa elevada de vibrações de bondade e amor, para que só sejamos atingidos por pensamentos idênticos.



Desta maneira, nenhum pensamento de maldade e de enfermidade nos poderá atingir.



C. Torres Pastorino


































Fazer Agora



Nem cedo, nem tarde...

O presente é hoje.

O passado está no arquivo.

O futuro é uma indagação.

Faze hoje mesmo o bem a que te determinaste.

Se tens alguma dádiva a fazer,

entrega isso agora.

Se desejas apagar um erro que cometeste, consciente ou inconscientemente, procura sanar essa falha sem delongas.

Caso te sintas na obrigação de escrever uma carta, não relegues semelhante dever ao esquecimento.

Na hipótese de idealizares algum trabalho de utilidade geral, não retardes o teu esforço

para trazê-lo à realização.

Se alguém te ofendeu, desculpa e esquece, para que não sigas adiante carregando sombras no coração.

Auxilia aos outros,

enquanto os dias te favorecem.

Faze o bem agora, pois,

na maioria dos casos,

“depois” significa “fora de tempo”, ou tarde demais.



Pelo Espírito: Emmanuel

Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Livro: Hora Certa








"Tendo em conta as coisas sucedidas, não nos devemos admirar das que sucedem."  Quintana



PRIMAVERA

PRIMAVERA








A primavera no prado



Toda vestida de flores



Trouxe lençóis multicores



Que brilham ao sol dourado.







Parece a festa das cores



No caminho perfumado,



Para a alegria do arado



E a paz dos trabalhadores.







Minúsculos passarinhos



Entoam, nos altos ninhos,



Cantos de amor e inocência...







A Natureza revela,



Sublime, ditosa e bela,



As luzes da Providência!...







Livro: Jardim da Infância



Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito João de Deus



FEB – Federação Espírita Brasileira



Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.



Projeto Saber e Mudar

Aos poucos e sempre.



Estudar e conhecer.

Agir e transformar.



Inscreva-se e receba uma mensagem por dia: saberemudar@gmail.com



Respeitamos seu livre-arbítrio. Caso não deseje receber nossas mensagens, responda este e-mail com o assunto: Remover.



O caixão é irmão do berço. (Provérbio Alemão)

O caixão é irmão do berço. (Provérbio Alemão)

Answer here

"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos." (Eleanor Roosevelt)

"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos." (Eleanor Roosevelt)

Answer here

Bom dia! Sexta-feira de paz, luz e alegria para todo mundo! ;D

Bom dia! Sexta-feira de paz, luz e alegria para todo mundo! ;D

Answer here

Bom dia meus Amigos e Amigas. Abraços. João da Matta.

Bom dia meus Amigos e Amigas.Abraços. João da Matta.

Answer here