sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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O papel da cultura na vida do Juiz
A área cultural da magistratura, seja nacional, seja mundial, tem uma tarefa a cumprir.
As nossas associações valorizam, como deve ser, as questões políticas, quero dizer, vencimentos, previdência, garantias institucionais e as melhorias do Judiciário para uma prestação jurisdicional mais cidadã. E valorizam menos o fazer cultural artístico, quero dizer, oportunizar espaço para o pensamento artístico e filosófico.
Nós, magistrados, fazemos, agimos. Mas a reflexão que fazemos desse agir restringe-se, via de regra, ao exame político-institucional sob a ótica do jurídico.
Falta a visão do artista e do filósofo, eis que trilham caminhos muito próximos.
Por que falta a visão do artista?
Porque aquele que escreve literatura, que filosofa, que pinta, esculpe ou compõe música, ou o usuário habitual da cultura artística - leitor, frequentador de galerias ou teatro - é dotado de linguagem burilada na exposição do pensamento, quero dizer, desenvolve linguagem literária ou pictórica, que melhor transmite suas ideias. Aprofunda a visão sobre o assunto abordado através da sua sensibilidade e, principalmente, mantém-se comprometido com a verdade real, sem compromissos, institucional ou corporativista; ou não é artista.
A humanidade em geral, a magistratura em particular, necessita da participação efetiva dos nossos artistas. E é nesse sentido, e com essa intensidade, que consideramos a importância das diretorias e secretarias culturais, por vezes relegadas ao segundo plano, quando não incorporadas em outras atividades.
Isso vale para a magistratura e vale para todos os demais setores da atividade humana, o que incluem os governos, que têm verbas para viagens, cargos em comissão, obras nem sempre preferenciais; mas sonegam apoio material, efetivo, para a área cultural.
Despertar o artista magistrado traz duas consequências principais:
1) permite que ele externe seu pensamento diferenciado sobre a magistratura - magistratura inserida no fazer do homem e do mundo;
2) o magistrado sente-se feliz por encontrar espaço para completar-se como ser humano.
E há um terceiro estágio:
é a cultura que possibilita ao homem humanizar-se e conceber o mundo do qual participa, e onde emite julgamentos. É através da cultura que ele escapa do labirinto, escala a montanha e divisa o vale; além do vale, o rio; e depois do rio. É através das manifestações culturais que o artista recolhe o fazer do povo, as suas dificuldades, suas aspirações, seu trabalho, sua política. Depois o artista pensa essas revelações e as devolve como um todo, estabelecendo a síntese. E o juiz, assim culto, julga mais próximo da realidade.
Um artista sem espaço para sua obra é uma pessoa partida ao meio.
Esse é o objetivo e compromisso do Encontro Nacional dos Diretores Culturais, em Curitiba, dias 1, 2 e 3 dezembro próximo. Promoção da AMB com a parceria das entidades estaduais.
(*) Diretoria de Cultura da AMB
O papel da cultura na vida do Juiz
A área cultural da magistratura, seja nacional, seja mundial, tem uma tarefa a cumprir.
As nossas associações valorizam, como deve ser, as questões políticas, quero dizer, vencimentos, previdência, garantias institucionais e as melhorias do Judiciário para uma prestação jurisdicional mais cidadã. E valorizam menos o fazer cultural artístico, quero dizer, oportunizar espaço para o pensamento artístico e filosófico.
Nós, magistrados, fazemos, agimos. Mas a reflexão que fazemos desse agir restringe-se, via de regra, ao exame político-institucional sob a ótica do jurídico.
Falta a visão do artista e do filósofo, eis que trilham caminhos muito próximos.
Por que falta a visão do artista?
Porque aquele que escreve literatura, que filosofa, que pinta, esculpe ou compõe música, ou o usuário habitual da cultura artística - leitor, frequentador de galerias ou teatro - é dotado de linguagem burilada na exposição do pensamento, quero dizer, desenvolve linguagem literária ou pictórica, que melhor transmite suas ideias. Aprofunda a visão sobre o assunto abordado através da sua sensibilidade e, principalmente, mantém-se comprometido com a verdade real, sem compromissos, institucional ou corporativista; ou não é artista.
A humanidade em geral, a magistratura em particular, necessita da participação efetiva dos nossos artistas. E é nesse sentido, e com essa intensidade, que consideramos a importância das diretorias e secretarias culturais, por vezes relegadas ao segundo plano, quando não incorporadas em outras atividades.
Isso vale para a magistratura e vale para todos os demais setores da atividade humana, o que incluem os governos, que têm verbas para viagens, cargos em comissão, obras nem sempre preferenciais; mas sonegam apoio material, efetivo, para a área cultural.
Despertar o artista magistrado traz duas consequências principais:
1) permite que ele externe seu pensamento diferenciado sobre a magistratura - magistratura inserida no fazer do homem e do mundo;
2) o magistrado sente-se feliz por encontrar espaço para completar-se como ser humano.
E há um terceiro estágio:
é a cultura que possibilita ao homem humanizar-se e conceber o mundo do qual participa, e onde emite julgamentos. É através da cultura que ele escapa do labirinto, escala a montanha e divisa o vale; além do vale, o rio; e depois do rio. É através das manifestações culturais que o artista recolhe o fazer do povo, as suas dificuldades, suas aspirações, seu trabalho, sua política. Depois o artista pensa essas revelações e as devolve como um todo, estabelecendo a síntese. E o juiz, assim culto, julga mais próximo da realidade.
Um artista sem espaço para sua obra é uma pessoa partida ao meio.
Esse é o objetivo e compromisso do Encontro Nacional dos Diretores Culturais, em Curitiba, dias 1, 2 e 3 dezembro próximo. Promoção da AMB com a parceria das entidades estaduais.
(*) Diretoria de Cultura da AMB
Não esfrie teu coração
Não esfrie teu coração
Não esfrie teu coração
Não deixe que postulados de doutrinas e religiões
que procuram dar uma explicação pra tudo
esfriem teu coração ante o sofrimento de teu próximo.
Se uma criança cair, machucar-se e começar a chorar, o que você vai fazer?
Pegar uma pilha de livros e explicar pra ela que aquilo é natural,
que poderá acontecer novamente e que ela precisa passar por aquilo?
Sinceramente, não sei se isto terá algum efeito,
melhor será que tu a pegues no colo e a beije com carinho,
e logo você verá um sorriso tomar o lugar das lágrimas naquele rosto infantil.
E este proceder não muda muito com o avançar da idade.
De certa forma, continuamos sendo sempre crianças,
e uma ação continua valendo mais do que mil palavras...
Augusto Branco
Não esfrie teu coração
Não deixe que postulados de doutrinas e religiões
que procuram dar uma explicação pra tudo
esfriem teu coração ante o sofrimento de teu próximo.
Se uma criança cair, machucar-se e começar a chorar, o que você vai fazer?
Pegar uma pilha de livros e explicar pra ela que aquilo é natural,
que poderá acontecer novamente e que ela precisa passar por aquilo?
Sinceramente, não sei se isto terá algum efeito,
melhor será que tu a pegues no colo e a beije com carinho,
e logo você verá um sorriso tomar o lugar das lágrimas naquele rosto infantil.
E este proceder não muda muito com o avançar da idade.
De certa forma, continuamos sendo sempre crianças,
e uma ação continua valendo mais do que mil palavras...
Augusto Branco
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.
É quando nunca estamos cansados para ouvir;
É quando existe um carinho todo especial;
É quando ficamos preocupados com coisas que achamos que estão erradas...
... É quando o amigo se faz presente até nas horas que achamos que não são precisas, mas ele sabe que é, pq sente
É quando existe cumplicidade!
É quando existe plena confiança!
É quando existe um elo tão forte, e sólido que nem mesmo a corrente da vida ou do tempo é capaz de quebrar
É quando existe sintonia, mas principalmente;
É quando existe amor!!!
Assim é a gente, assim é a nossa amizade, que eu amo tanto!!!
A Tua Luz Brilha, e não deixe que ninguém te diga o contrário...
Bj no seu core
Louco amor...
Coisas exotéricas me passam na cabeça
Vou logo dizendo antes que eu me esqueça
Coisas bem malucas como te amar, te amar, te amar...
Amar... Amar
... Sentimento louco, amor bem profundo
Acho que vou desligar-me desse mundo
Antes que enlouqueça esse meu coração
A minha cabeça esta virada, fico louco pela madrugada
À procura de alguém um ombro pra chorar só por seu
Amor, seu amor, seu amor...
Sentimento louco, amor bem profundo
Acho que vou desligar-me desse mundo
Antes que enlouqueça esse meu coração.
Louco amor...
Bjs Ivana
Automatize os pensamentos positivos.
Automatize os pensamentos positivos.
Eles podem ser espontâneos, pois voltam,
fortalecem-se e tomam conta do cérebro.
Não é espontâneo o estômago digerir alimentos,
o fígado diluir as gorduras, o sangue circular
e o pulmão preencher-se de ar?
Também o cérebro trabalha os pensamentos e
habitua-se ao que é positivo e verdadeiro.
Pense positivo, amoroso, alegre, freqüentemente,
para tornar essa prática comum, quase como
trocar as marchas de um carro.
Corte o negativo.
A mente boa dá paz ao coração.
Lourival Lopes
Extraído de "Sabedoria todo dia".
A independência é o privilégio dos fortes, da reduzida minoria que tem o calor de auto-afirmar-se.
"A independência é o privilégio dos fortes, da reduzida minoria que tem o calor de auto-afirmar-se. E aquele que trata de ser independente, sem estar obrigado a isso, mostra que não apenas é forte mas também possuidor de uma audácia imensa. Aventura-se num labirinto, multiplica os mil perigos que implica a vida; se isola e se deixa arrastar por algum minotauro oculto na caverna de sua consciência. Se tal homem se extinguisse estaria tão longe da compreensão dos homens que estes nem o sentiriam nem se comoveriam em absoluto. Seu caminho está traçado, não pode voltar atrás, nem sequer lograr a compaixão dos seres humanos Friedrich Nietzsche"
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