FELIZ PÁSCOA!!
Você sabia que existe um ponto exato no horizonte em k o sol nasce uma vez a cada 28 anos, e k isso ocorre sempre no mês de Abril, sempre em uma quarta-feira?
O evento foi chamado pelos Israelenses de Bircát háchama e, neste ano de 2009, o momento é ainda mais significativo, a data coincindirá com o Inicio da festa de Páscoa ( Pessach) Pessach significa passagem, a travessia do povo de Deus através do Mar vermelho, rumo a terra prometida guiados por Moisés.
Uma situação muito especial visto que, segundo a tradição Judáica, o êxodo do Egito teria sido precedido pelo mesmo evento astronômico!
Páscoa é renascimento.. É passagem... É mudança e transformação..um novo renascer q começa pela própria libertação
fica para trás uma vida cheia de poeira..
E começa agora um novo caminhar
Cheio de luz, fortalecimento e esperanças renovadas....
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Páscoa
Páscoa
Momento de união,
de parar para refletir,
de ver a vida de maneira diferente,
de ver gente como a gente.
Páscoa é dizer sim ao amor e a vida;
é investir na fraternidade,
é lutar por um mundo melhor,
é vivenciar a solidariedade
JESUS morreu e ressuscitou
para mostrar ao mundo
o verdadeiro sentido da VIDA".
Momento de união,
de parar para refletir,
de ver a vida de maneira diferente,
de ver gente como a gente.
Páscoa é dizer sim ao amor e a vida;
é investir na fraternidade,
é lutar por um mundo melhor,
é vivenciar a solidariedade
JESUS morreu e ressuscitou
para mostrar ao mundo
o verdadeiro sentido da VIDA".
A PAZ QUE PROCURAS
A PAZ QUE PROCURAS
Marcial Salaverry
A paz que procuras,
que procuras sem encontrar,
em seu coração, a vais achar...
Olhe lá dentro,
dentro de sua alma,
aquele sentir que te acalma,
e que essa paz te traz...
A paz existe em todos nós,
é preciso que a deixemos aflorar,
não a podemos segurar...
Precisamos transmiti-la,
para que outros possam senti-la...
Deixemos nossa paz interior
vagar por nosso exterior...
Mostremo-la sem temor...
Mostremos nosso amor...
Quem sabe esses meninos
que brigando estavam,
possam finalmente sentir
lá dentro,
essa luz brilhar...
E assim a PAZ possa aflorar...
E o mundo, assim, melhorar...
Marcial Salaverry
A paz que procuras,
que procuras sem encontrar,
em seu coração, a vais achar...
Olhe lá dentro,
dentro de sua alma,
aquele sentir que te acalma,
e que essa paz te traz...
A paz existe em todos nós,
é preciso que a deixemos aflorar,
não a podemos segurar...
Precisamos transmiti-la,
para que outros possam senti-la...
Deixemos nossa paz interior
vagar por nosso exterior...
Mostremo-la sem temor...
Mostremos nosso amor...
Quem sabe esses meninos
que brigando estavam,
possam finalmente sentir
lá dentro,
essa luz brilhar...
E assim a PAZ possa aflorar...
E o mundo, assim, melhorar...
FELIZ PÁSCOA
? Desígnios ?
Certo é que Jesus (que era judeu) morreu na ocasião em que era celebrada a Páscoa Judaica Sua reunião com seus Apóstolos (Santa Ceia) se deu a propósito dessa comemoração ... (seguiram-se os fatos que todos conhecemos a que hoje traduzimos por Semana Santa , culminando com a PÁSCOA - a Páscoa da Ressurreição...)
Seja , pois , judaica , a Páscoa ( com seu sentido de liberdade - o "Pessach", a passagem ... ) , seja a Páscoa Cristã , com seu sentido de ressurgimento para a plena Vida Espiritual , tenham uma FELIZ PÁSCOA e todas as bênçãos que esse momento sagrado lhes possa oferecer.
Certo é que Jesus (que era judeu) morreu na ocasião em que era celebrada a Páscoa Judaica Sua reunião com seus Apóstolos (Santa Ceia) se deu a propósito dessa comemoração ... (seguiram-se os fatos que todos conhecemos a que hoje traduzimos por Semana Santa , culminando com a PÁSCOA - a Páscoa da Ressurreição...)
Seja , pois , judaica , a Páscoa ( com seu sentido de liberdade - o "Pessach", a passagem ... ) , seja a Páscoa Cristã , com seu sentido de ressurgimento para a plena Vida Espiritual , tenham uma FELIZ PÁSCOA e todas as bênçãos que esse momento sagrado lhes possa oferecer.
Acautele-se
"Acautele-se contra aqueles que não costumam transformar as
suas palavras em ações."
Não basta dizermos que somos filhos de Deus e nem levar uma
Bíblia nas mãos. Nossas atitudes precisam demonstrar o que
pregamos.
Paulo Barbosa
suas palavras em ações."
Não basta dizermos que somos filhos de Deus e nem levar uma
Bíblia nas mãos. Nossas atitudes precisam demonstrar o que
pregamos.
Paulo Barbosa
Páscoa é...
Páscoa é...
Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vencer à morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.
[autor??? se alguém souber, me avise]
Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vencer à morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.
[autor??? se alguém souber, me avise]
Acordaaaaaaaaaaaaa gente...
Acordaaaaaaaaaaaaa gente...
Para que não fiquemos estressadas (dos)...
Se vc estiver bem acordado(a)... passe para quem estiver dormindo...Eu estava quase dormindo....
O que é de fato significativo?
O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que....
esta em casa!
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que...
estivemos rodeados de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas,
significa que...
tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa,
significa que...
tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo,
significa que...
tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento,
significa que...
tenho carro!
Os gritos das crianças,
significa que...
posso ouvir!
O cansaço no final do dia,
significa que...
posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs,
significa que...
estou vivo!
Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo,
significa que...
tenho amigos pensando em mim!
'QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL...
LEIA OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM!!!'
FELIZ PÁSCOA
Para que não fiquemos estressadas (dos)...
Se vc estiver bem acordado(a)... passe para quem estiver dormindo...Eu estava quase dormindo....
O que é de fato significativo?
O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que....
esta em casa!
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que...
estivemos rodeados de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas,
significa que...
tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa,
significa que...
tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo,
significa que...
tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento,
significa que...
tenho carro!
Os gritos das crianças,
significa que...
posso ouvir!
O cansaço no final do dia,
significa que...
posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs,
significa que...
estou vivo!
Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo,
significa que...
tenho amigos pensando em mim!
'QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL...
LEIA OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM!!!'
FELIZ PÁSCOA
Perca o Temor
Perca o Temor
Hoje em dia as pessoas, de um modo geral, temem muitas coisas e situações e por isso se sentem inseguras.
Saem de casa só quando não tem outro jeito, por temer a violência. Não fazem amigos porque temem se aproximar de alguma pessoa indesejável.
Deixam de conhecer alguém especial por temor de estreitar laços com estranhos.
Perdem oportunidades de adquirir novos conhecimentos porque temem não ter capacidade para aprender.
Evitam expor seu verdadeiro caráter por temer o julgamento dos outros e a não aceitação.
Não se entregam a um grande amor por medo de sofrer.
Abdicam de ocupar uma posição melhor na empresa porque temem não dar conta do recado. Não abrem mão de costumes e idéias cristalizadas por medo de enfrentar o que é diferente ou é novo. Deixam de fazer investimentos por temor de uma mudança brusca na economia.
Como se pode perceber, o temor é um grande obstáculo ao progresso e à felicidade de muitas criaturas, na face da Terra.
Assim, se você é uma dessas pessoas que guarda temor de alguma coisa, pense nas muitas vantagens que teria se superasse esse grande obstáculo.
Perca o medo de ser vulnerável e sinta a emoção de um abraço de ternura.
Perca o temor de trovoada, e admire os benefícios que os raios luminosos trazem à atmosfera terrestre.
Perca o temor de viver o bem que já sabe e sinta a leveza de uma consciência tranqüila.
Perca o medo de ser simples e desfrute o prazer da verdadeira liberdade.
Perca o temor do vento, e observe a grande contribuição dessa maravilhosa força que espalha sementes e acalma o calor.
Perca o medo de perder tempo e viaje no murmurar de um riacho, alce vôo com as andorinhas, ouça a música do entardecer, fale com as estrelas, diga à lua para levar um recado ao seu amor que está distante.
Perca o medo de se arriscar e retire as grandes lições que trazem as derrotas.
Perca o temor de superar seus limites e contemple os horizontes que estão além das montanhas.
Perca o medo do amanhã, e receba de presente o hoje.
Perca o temor de dar o primeiro passo e prepare-se para a alegria da chegada.
Perca o temor de não estar sempre com a razão e aprenda com a sabedoria dos outros.
Liberte-se do medo da morte e ganhe a imortalidade.
Abandone a culpa e prepare-se para as alegrias de uma vida de acertos.
Perca o medo de ser feliz, e abrase para gozar tudo o que a vida oferece de útil e agradável.
Perca o medo de errar, e prepare-se para a chegada vitoriosa.
Perca o temor das cicatrizes e renda-se ao inebriante poder do amor.
Se você sente que o temor está sendo um empecilho a deter seus passos, livre-se dele e verá que o horizonte irá se abrir naturalmente.
E se, ao caminhar na direção desse horizonte, você perceber que ele se afasta de você na mesma proporção, não desanime, pois a finalidade do horizonte é essa mesma: a de fazer você caminhar para frente e para o alto.
Sem temores nem incertezas.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.
Hoje em dia as pessoas, de um modo geral, temem muitas coisas e situações e por isso se sentem inseguras.
Saem de casa só quando não tem outro jeito, por temer a violência. Não fazem amigos porque temem se aproximar de alguma pessoa indesejável.
Deixam de conhecer alguém especial por temor de estreitar laços com estranhos.
Perdem oportunidades de adquirir novos conhecimentos porque temem não ter capacidade para aprender.
Evitam expor seu verdadeiro caráter por temer o julgamento dos outros e a não aceitação.
Não se entregam a um grande amor por medo de sofrer.
Abdicam de ocupar uma posição melhor na empresa porque temem não dar conta do recado. Não abrem mão de costumes e idéias cristalizadas por medo de enfrentar o que é diferente ou é novo. Deixam de fazer investimentos por temor de uma mudança brusca na economia.
Como se pode perceber, o temor é um grande obstáculo ao progresso e à felicidade de muitas criaturas, na face da Terra.
Assim, se você é uma dessas pessoas que guarda temor de alguma coisa, pense nas muitas vantagens que teria se superasse esse grande obstáculo.
Perca o medo de ser vulnerável e sinta a emoção de um abraço de ternura.
Perca o temor de trovoada, e admire os benefícios que os raios luminosos trazem à atmosfera terrestre.
Perca o temor de viver o bem que já sabe e sinta a leveza de uma consciência tranqüila.
Perca o medo de ser simples e desfrute o prazer da verdadeira liberdade.
Perca o temor do vento, e observe a grande contribuição dessa maravilhosa força que espalha sementes e acalma o calor.
Perca o medo de perder tempo e viaje no murmurar de um riacho, alce vôo com as andorinhas, ouça a música do entardecer, fale com as estrelas, diga à lua para levar um recado ao seu amor que está distante.
Perca o medo de se arriscar e retire as grandes lições que trazem as derrotas.
Perca o temor de superar seus limites e contemple os horizontes que estão além das montanhas.
Perca o medo do amanhã, e receba de presente o hoje.
Perca o temor de dar o primeiro passo e prepare-se para a alegria da chegada.
Perca o temor de não estar sempre com a razão e aprenda com a sabedoria dos outros.
Liberte-se do medo da morte e ganhe a imortalidade.
Abandone a culpa e prepare-se para as alegrias de uma vida de acertos.
Perca o medo de ser feliz, e abrase para gozar tudo o que a vida oferece de útil e agradável.
Perca o medo de errar, e prepare-se para a chegada vitoriosa.
Perca o temor das cicatrizes e renda-se ao inebriante poder do amor.
Se você sente que o temor está sendo um empecilho a deter seus passos, livre-se dele e verá que o horizonte irá se abrir naturalmente.
E se, ao caminhar na direção desse horizonte, você perceber que ele se afasta de você na mesma proporção, não desanime, pois a finalidade do horizonte é essa mesma: a de fazer você caminhar para frente e para o alto.
Sem temores nem incertezas.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.
Faz de Conta
Faz de Conta
Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.
"Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas", dizia ela.
"O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal."
"Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter."
"Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter..."
"Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta."
Analisando sob esse ponto de vista, chegaremos à conclusão que a professora tem razão.
Hoje, as pessoas fazem de conta e está tudo bem.
Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem.
Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita.
Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé.
Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial.
Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime.
Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.
Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros...
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem...
Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência.
Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos.
Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.
A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento.
E isso é extremamente cansativo e desgastante.
Raras pessoas são realmente autênticas.
Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam.
São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta.
São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.
São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.
........................
A pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios riscos de entrar em depressão.
Isso é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.
Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.
Por todas essas razões, vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.
Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim à nossa consciência.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.
Tenha dias de muita paz
Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.
"Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas", dizia ela.
"O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal."
"Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter."
"Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter..."
"Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta."
Analisando sob esse ponto de vista, chegaremos à conclusão que a professora tem razão.
Hoje, as pessoas fazem de conta e está tudo bem.
Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem.
Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita.
Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé.
Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial.
Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime.
Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.
Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros...
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem...
Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência.
Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos.
Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.
A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento.
E isso é extremamente cansativo e desgastante.
Raras pessoas são realmente autênticas.
Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam.
São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta.
São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.
São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.
........................
A pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios riscos de entrar em depressão.
Isso é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.
Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.
Por todas essas razões, vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.
Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim à nossa consciência.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.
Tenha dias de muita paz
Crê no Senhor Jesus e serás salvo"
Crê no Senhor Jesus e serás salvo"
Há quem aceite o sofrimento, ou se conforme com uma situação, pensando que aquilo que está vivendo ou tem vivido por toda a vida é da vontade de Deus.
Jesus mandou que ungisse o enfermo (o oprimido) e fizesse a oração da fé, da libertação.
Certa vez o próprio Jesus expulsou um espírito imundo que perturbava a vida de um rapaz.
Paulo, em uma de suas viagens missionárias, mandou sair, da vida de uma mulher que fazia adivinhações, o espírito que a perturbava.
Esse tipo de situação, a ação desses espíritos malignos, só existia na época de Jesus? No passado bem distante? Diante de tanta coisa esquisita que temos visto atualmente, e ao longo dos anos, longe ou perto, podemos notar que não.
Se sua vida está confusa, carregada de coisas ruins, em casa ninguém se entende, há brigas constantes, desavenças, no trabalho dá tudo errado (a pessoa se sente a pior das criaturas e, às vezes, tem até vontade de morrer), você acredita que tudo isso é da vontade de Deus?
Outro dia uma conhecida começou a falar para mim e outra colega sobre a sua vida com o marido, disse que estava insuportável, que iria acabar se separando daquele homem, ele não a respeitava, dizia que ela não tinha direito a nada, que o apartamento onde moravam era dele; não conversava direito com ela e até o cachorro se assustava com a maneira que falava, gritava ou até mesmo a xingava, imagina então como seria se tivessem um filho, mas que "Deus faz tudo certo".
Ela disse isso pensando no fato de não terem filhos, mas esqueceu de todo o resto, não pensou em todo o drama que tem vivido no seu casamento, há tantos anos. Se Deus faz tudo certo, por que então todo aquele sofrimento?
Às vezes, Deus até permite que passemos por alguma privação, para nos provar, para demostrarmos realmente que verdadeiramente confiamos Nele. E, quando demonstramos, Ele nos ampara. Então, conseguimos vencer aquela situação. Quem tem a presença de Deus, mesmo na tribulação, tem paz; porque está na fé, tem a certeza tranquila de que aquilo é passageiro, de que vai vencer!
Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo porque Ele venceu o mundo; ou seja, com Jesus nós somos vencedores.
Portanto, se a situação já é crônica, se o sofrimento, a doença já está arraigada, o desemprego, a opressão, a angústia, vem acompanhando a pessoa há anos, por que aceitar isso tudo como natural ou da vontade de Deus, se Jesus já venceu toda dor, todo pecado, todo sofrimento, toda transgressão, por nós, na cruz?
POR QUE ACEITAR O SOFRIMENTO? Então o sacrifício de Jesus por nós na cruz foi em vão?
No momento, todos estão falando sobre a páscoa, mas eu pergunto: Depois do domingo, como vai ficar sua vida? Vai mudar? Vai ficar tudo igual?
É hora de acordar... sempre é tempo de pensar! Até quando você vai continuar aceitando a dor, o sofrimento, a derrota? Busque a sua libertação! A sua conversão! Enquanto é tempo, pois ninguém sabe o dia de amanhã. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo".
Que Deus abençoe a todos nós.
Zita Adriana.
Há quem aceite o sofrimento, ou se conforme com uma situação, pensando que aquilo que está vivendo ou tem vivido por toda a vida é da vontade de Deus.
Jesus mandou que ungisse o enfermo (o oprimido) e fizesse a oração da fé, da libertação.
Certa vez o próprio Jesus expulsou um espírito imundo que perturbava a vida de um rapaz.
Paulo, em uma de suas viagens missionárias, mandou sair, da vida de uma mulher que fazia adivinhações, o espírito que a perturbava.
Esse tipo de situação, a ação desses espíritos malignos, só existia na época de Jesus? No passado bem distante? Diante de tanta coisa esquisita que temos visto atualmente, e ao longo dos anos, longe ou perto, podemos notar que não.
Se sua vida está confusa, carregada de coisas ruins, em casa ninguém se entende, há brigas constantes, desavenças, no trabalho dá tudo errado (a pessoa se sente a pior das criaturas e, às vezes, tem até vontade de morrer), você acredita que tudo isso é da vontade de Deus?
Outro dia uma conhecida começou a falar para mim e outra colega sobre a sua vida com o marido, disse que estava insuportável, que iria acabar se separando daquele homem, ele não a respeitava, dizia que ela não tinha direito a nada, que o apartamento onde moravam era dele; não conversava direito com ela e até o cachorro se assustava com a maneira que falava, gritava ou até mesmo a xingava, imagina então como seria se tivessem um filho, mas que "Deus faz tudo certo".
Ela disse isso pensando no fato de não terem filhos, mas esqueceu de todo o resto, não pensou em todo o drama que tem vivido no seu casamento, há tantos anos. Se Deus faz tudo certo, por que então todo aquele sofrimento?
Às vezes, Deus até permite que passemos por alguma privação, para nos provar, para demostrarmos realmente que verdadeiramente confiamos Nele. E, quando demonstramos, Ele nos ampara. Então, conseguimos vencer aquela situação. Quem tem a presença de Deus, mesmo na tribulação, tem paz; porque está na fé, tem a certeza tranquila de que aquilo é passageiro, de que vai vencer!
Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo porque Ele venceu o mundo; ou seja, com Jesus nós somos vencedores.
Portanto, se a situação já é crônica, se o sofrimento, a doença já está arraigada, o desemprego, a opressão, a angústia, vem acompanhando a pessoa há anos, por que aceitar isso tudo como natural ou da vontade de Deus, se Jesus já venceu toda dor, todo pecado, todo sofrimento, toda transgressão, por nós, na cruz?
POR QUE ACEITAR O SOFRIMENTO? Então o sacrifício de Jesus por nós na cruz foi em vão?
No momento, todos estão falando sobre a páscoa, mas eu pergunto: Depois do domingo, como vai ficar sua vida? Vai mudar? Vai ficar tudo igual?
É hora de acordar... sempre é tempo de pensar! Até quando você vai continuar aceitando a dor, o sofrimento, a derrota? Busque a sua libertação! A sua conversão! Enquanto é tempo, pois ninguém sabe o dia de amanhã. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo".
Que Deus abençoe a todos nós.
Zita Adriana.
Paixão
Paixão
(Delasnieve Daspet )
Nunca consegui dimensionar o sofrimento do homem Jesus Cristo.
Pessoas de minha geração leram e lêem a bíblia.
Muitos, praticam os ensinamentos.
Acho que me faltava a fé. A fé no imponderável. A fé no onisciente.
A fé que do amor faz bastar as dúvidas e tornar a paixão incomensurável.
Como é que, eu, pés de barro, poderia entender esse amor, essa entrega, esse sacrifício, essa doação?
Num louco momento, ouso, ( todo poeta ousa sonhar e imaginar coisas impossíveis e vãs ), pois é, ouso comparar nossas vidas com a vida de Jesus.
Ouso confrontar nossos sofrimentos com os Seus. A nossa morte diária com a Sua.
Coloco-me frente a vida, olho-me no espelho de minha consciência, avalio minhas cicatrizes, as cicatrizes que a vida nos deixa...
Por que Ele morreu por mim?
Eu seria capaz de morrer por alguém?
Como entender esse amor?
Como aceitar essa doação?
Tantas coisas questionamos nas coisas que vemos no dia a dia...
Lá na rua jaz, em poças de sangue, uma criança de seus quinze anos... Seu corpo franzino, humilde, tatuado, encontra-se abandonado.. ao léu, carente de uma atenção que não lhe foi dada!
A violência esta em todos os nossos momentos e atos, sintomático resultado da desagregação social, do desajuste familiar, da exclusão, pela falta de ocupação...
É Jesus que tem sua paixão diária em todos os lugares do mundo?
É Jesus quem morre todo momento na situação endêmica em que vivemos ?
É Jesus quem morre com o fracasso do ser humano... com o fracasso do amor?!
Ou somos nós a morrermos na solidão do dia a dia e na falta da compaixão por nós?
Ou nem sabemos amar?
Só pode entender o amor da Paixão quem saiba amar, quem olhar o semelhante como a si mesmo.
Há tanto a aprender.
Há tanto a perdoar.
Há tanto a amar e a viver o sonho da vida.
(Delasnieve Daspet )
Nunca consegui dimensionar o sofrimento do homem Jesus Cristo.
Pessoas de minha geração leram e lêem a bíblia.
Muitos, praticam os ensinamentos.
Acho que me faltava a fé. A fé no imponderável. A fé no onisciente.
A fé que do amor faz bastar as dúvidas e tornar a paixão incomensurável.
Como é que, eu, pés de barro, poderia entender esse amor, essa entrega, esse sacrifício, essa doação?
Num louco momento, ouso, ( todo poeta ousa sonhar e imaginar coisas impossíveis e vãs ), pois é, ouso comparar nossas vidas com a vida de Jesus.
Ouso confrontar nossos sofrimentos com os Seus. A nossa morte diária com a Sua.
Coloco-me frente a vida, olho-me no espelho de minha consciência, avalio minhas cicatrizes, as cicatrizes que a vida nos deixa...
Por que Ele morreu por mim?
Eu seria capaz de morrer por alguém?
Como entender esse amor?
Como aceitar essa doação?
Tantas coisas questionamos nas coisas que vemos no dia a dia...
Lá na rua jaz, em poças de sangue, uma criança de seus quinze anos... Seu corpo franzino, humilde, tatuado, encontra-se abandonado.. ao léu, carente de uma atenção que não lhe foi dada!
A violência esta em todos os nossos momentos e atos, sintomático resultado da desagregação social, do desajuste familiar, da exclusão, pela falta de ocupação...
É Jesus que tem sua paixão diária em todos os lugares do mundo?
É Jesus quem morre todo momento na situação endêmica em que vivemos ?
É Jesus quem morre com o fracasso do ser humano... com o fracasso do amor?!
Ou somos nós a morrermos na solidão do dia a dia e na falta da compaixão por nós?
Ou nem sabemos amar?
Só pode entender o amor da Paixão quem saiba amar, quem olhar o semelhante como a si mesmo.
Há tanto a aprender.
Há tanto a perdoar.
Há tanto a amar e a viver o sonho da vida.
ADOTE ESTA CAMPANHA:
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2. Encaminhe como cópia oculta (Cco ou Bcc) aos SEUS destinatários.
3. Apague também anuncios e msg anteriores, que não alterem o teor da msg a ser repassada.
4. No campo "Assunto", deixe apenas o título da msg, excluindo Re, Fw, etc., bem como qualquer palavra ou frase explicativa.
Agindo sempre assim dificultaremos a disseminação de vírus, spams e banners.
"Que o Cósmico nos ilumine a tal ponto que possamos difundir toda a sua beleza; toda a sua glória; por toda a parte do universo". Ralph Lewis-F.RC.
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Não se esqueça de mim
Não se esqueça de mim
(1977)
Composição : Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Interpretação : Nana Caymmi e Erasmo Carlos
Onde você estiver não se esqueça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta em sua lembrança um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim
Não se esqueça de mim, não se esqueça de mim
Não se esqueça de mim, não se esqueça de mim
(1977)
Composição : Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Interpretação : Nana Caymmi e Erasmo Carlos
Onde você estiver não se esqueça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta em sua lembrança um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim
Não se esqueça de mim, não se esqueça de mim
Não se esqueça de mim, não se esqueça de mim
A Páscoa é a ressurreição das nossas almas.
A Páscoa é a ressurreição das nossas
almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de
novo. De nos libertamos do mal que corrompeu
nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza
da alma que tivemos um dia.
Abandonar tudo o que é
velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos
dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto
saboroso. Hoje é dia de renascer.
Feliz Páscoa e um grande
almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de
novo. De nos libertamos do mal que corrompeu
nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza
da alma que tivemos um dia.
Abandonar tudo o que é
velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos
dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto
saboroso. Hoje é dia de renascer.
Feliz Páscoa e um grande
"COELHINHO DA PÁSCOA"
"COELHINHO DA PÁSCOA"
Tradicional e popularmente costuma-se dizer
que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Os coelhos são animais que reproduzem
com extrema facilidade e em grande quantidade.
Vem daí a identificação com uma vida
abundante, um processo de restauração, um ciclo
que se renova todos os anos.
E é isto exatamente que se relembra na Páscoa:
a Ressurreição de Jesus,
que traz consigo um novo tempo de paz e
de esperança a toda a humanidade.
Tradicional e popularmente costuma-se dizer
que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Os coelhos são animais que reproduzem
com extrema facilidade e em grande quantidade.
Vem daí a identificação com uma vida
abundante, um processo de restauração, um ciclo
que se renova todos os anos.
E é isto exatamente que se relembra na Páscoa:
a Ressurreição de Jesus,
que traz consigo um novo tempo de paz e
de esperança a toda a humanidade.
FELIZ PÁSCOA!!!
FELIZ PÁSCOA!!!
Páscoa é tempo de Amor, de família e de Paz...
É tempo de agradecermos discretamente, por tudo que temos, e por tudo que teremos.
Páscoa é um sentimento nos nossos corações, de esperança e fé e confiança...
É dia de milagres; é dia dos nossos sonhos parecerem, estar mais perto, tempo de retrospecção...
Por tudo que tem sido é uma antecipação de tudo que será.
E é hora de lembrar com amor e apreciação, as pessoas em nossas vidas que fazem diferença...
Pessoas maravilhosas como você!!!
DEUS criou o amor, e nós humanos não soubemos utiliza-lo...
Ele então numa inspiração divina, criou a amizade... foi assim que o amor passou a ser utilizado na essência de seu significado...a verdadeira amizade não une corpos... a verdadeira amizade une corações...
Tenha uma ótima Páscoa
Páscoa é tempo de Amor, de família e de Paz...
É tempo de agradecermos discretamente, por tudo que temos, e por tudo que teremos.
Páscoa é um sentimento nos nossos corações, de esperança e fé e confiança...
É dia de milagres; é dia dos nossos sonhos parecerem, estar mais perto, tempo de retrospecção...
Por tudo que tem sido é uma antecipação de tudo que será.
E é hora de lembrar com amor e apreciação, as pessoas em nossas vidas que fazem diferença...
Pessoas maravilhosas como você!!!
DEUS criou o amor, e nós humanos não soubemos utiliza-lo...
Ele então numa inspiração divina, criou a amizade... foi assim que o amor passou a ser utilizado na essência de seu significado...a verdadeira amizade não une corpos... a verdadeira amizade une corações...
Tenha uma ótima Páscoa
O lado esquerdo diz “O calor do desejo derrete o juízo”.O direito “Só o amor não é suficiente.”
E se eu não pensar em nada? Meditar como dizem, ampliar os espaços vazios que existem entre os pensamentos até que este vazio fique maior que todos os pensamentos.Cultivar o nada.Do lado esquerdo sou sentimental, do direito racional.
- Eu adoro o que você escreve.Tem ótimas ideais e acabei me apaixonando por você.
- Na verdade você se apaixonou pelo escritor, o homem é diferente.
Havia um eco em nossas vozes, aliás a voz não fica perfeita no celular, é distorcida, ganha um tom meio metálico.O meu lado esquerdo é o escritor, o direito o homem.
- Mas você não deve ser tão diferente do que escreve e eu já vi suas fotos, gosto do seu sorriso – Mesmo um pouco distorcida a voz dela parecia com a de Ingrid.Ingrid agora vivendo na Inglaterra, em Londres comendo Fish and Chips e provavelmente preparando sua volta para o Brasil em definitivo.Meu lado direito é a sociedade, o esquerdo minha espiritualidade.
- Eu quero saber como é te beijar
- Podemos imaginar como é, porque nesse momento é só até onde a realidade nos alcança.A imaginação pode ser algo bem próximo da verdade.
Botei na cabeça que quero ser escritor, aproveitei que fui demitido por causa da crise econômica na construtora onde trabalhava e comecei a pensar num livro que pudesse escrever.Deixei o cabelo crescer e comprei algumas roupas que tem mais haver com os artistas, tipo um All Star cano baixo vermelho e calças quadriculadas.Me achei ridículo claro, mas fazia parte do figurino de um escritor, parecer meio excêntrico, meio maluco, desajustado, sei lá.Pensei até num chapéu pra compor bem a imagem.
- Eu serei só mais uma dessas garotas que te admiram né...
- Você pode ser minha Musa.
- Posso? E o que é ser uma Musa?
Comecei a andar por aí, a observar melhor as pessoas.Fui numa boate.Conheci Natália.Olhos puxados, bem alta para uma oriental.Aliás ela só tinha cabeça de oriental porque o resto era de brasileira mesmo. De repente estava cantando a moça, coisa que nunca fiz na vida:
- Adorei seus cabelos negros.As garotas orientais tem os cabelos mais lindos desse planeta e quando vem acompanhados de um sorriso como esses seduzem os olhos de todos os rapazes que sabem admirar uma mulher bonita.
- Ah você gostou? Deve ser o xampu que estou usando – Disse isso sorrindo por isso a resposta não decepcionou tanto, aqueles dentes brancos e a pele um pouco morena, as nossas japonesas são as melhores do mundo.
A candidata a Musa era insistente – Gostou das fotos? Você me acha bonita? Sou o suficiente? Porque suas musas são maravilhosas, a Ingrid é lindíssima. – Passei a virar as noites escrevendo bastante pro blog, tinha voltado a escrever poesias, a Julia tinha me ajudado a voltar a me inspirar a escrevê-las.Meu lado direito é cafajeste, o esquerdo é romântico desde que me conheço por gente.
Continuei minha tentativa de conquistar a Natália - Posso te fazer um poema?
- Nossa ninguém nunca me fez um poema
- Se você comer um sanduíche comigo eu te faço um bem bonito que você vai querer guardar pra sempre!
- Topo! Mas tenho que chegar em casa antes do amanhecer –Ainda bem que ainda eram três e meia, até o sol raiar muita ponte ia passar por baixo daquela água.
“Só o amor não é o suficiente” este seria o titulo do livro.Natália foi a primeira que se tornou personagem dele, porque pra parecer bem real eu precisava vivenciar tudo.Escrevi pra ela um poema “Água Viva”. Ela adorou.Depois teve a Juliana, uma gaúcha estonteante, pernas longas, cabelos loiríssimos e levemente cacheados, sotaque carregado, me ensinou a tomar chimarrão.Escrevi pra ela “Princesa Farroupilha” ela ficou apaixonada, levou para Porto Alegre e até mandou publicar no jornal.
- Você fica parecendo um poeta primata, pulando de galho em galho desse jeito - A voz da Júlia, inconfundível, me fuzilando.Claro, com ciúmes.
- Adorei o texto que você fez pra mim, mas eu te amo, apesar de admirar o escritor, eu quero o lado homem - Ela não deveria ter dito isso porque o lado direito é meio cruel, embora seja atraente, tem “pegada” como as moçoilas dizem por aí.Essa foi a terceira, virou mesmo musa e fechou a tríade.Melissa minha fã mais ardorosa.Escrevi para ela “A pele da flor”, a mulher endoidou.Pegou um Avião em Belo Horizonte e desceu em Sampa.Duas horas depois de ter lido aquele texto no seu e-mail do grupo de literatura que participamos.
Ela já me conhecia por algum tempo, pelo menos três anos.Trocamos cartas pelo correio, manuscritas, me deixavam a sensação de proximidade, aquele lance de vir com o perfume da pessoa, como se a letra fosse uma impressão digital de sua alma.
Ela então tinha meu endereço, convenceu o porteiro que era uma prima distante que havia chegado a cidade e esquecido de me avisar, queria fazer uma surpresa.Ficou no Hall me esperando chegar e assim que cheguei o porteiro a avisou.Ela indolente, aqueles cabelos longos meio avermelhados, pele branquinha, unhas pintadas, salto alto, tocou a campainha lentamente.Dimmmmg donnnng!Só pela forma de apertar o botão dava pra perceber que se tratava de uma moça.
Olhei pelo olho mágico e não acreditei no que meus olhos viam.Quando abri a porta o meu lado esquerdo se encontrou com o direito, a imaginação tinha alcançado a realidade, tudo virou verdade.
- Vim voando te ver
O lado esquerdo diz “O calor do desejo derrete o juízo”.
O direito “Só o amor não é suficiente.”
VISITE MEU BLOG
Andre Luis Aquino
http://andre.aquino12.blog.uol.com.br/
- Eu adoro o que você escreve.Tem ótimas ideais e acabei me apaixonando por você.
- Na verdade você se apaixonou pelo escritor, o homem é diferente.
Havia um eco em nossas vozes, aliás a voz não fica perfeita no celular, é distorcida, ganha um tom meio metálico.O meu lado esquerdo é o escritor, o direito o homem.
- Mas você não deve ser tão diferente do que escreve e eu já vi suas fotos, gosto do seu sorriso – Mesmo um pouco distorcida a voz dela parecia com a de Ingrid.Ingrid agora vivendo na Inglaterra, em Londres comendo Fish and Chips e provavelmente preparando sua volta para o Brasil em definitivo.Meu lado direito é a sociedade, o esquerdo minha espiritualidade.
- Eu quero saber como é te beijar
- Podemos imaginar como é, porque nesse momento é só até onde a realidade nos alcança.A imaginação pode ser algo bem próximo da verdade.
Botei na cabeça que quero ser escritor, aproveitei que fui demitido por causa da crise econômica na construtora onde trabalhava e comecei a pensar num livro que pudesse escrever.Deixei o cabelo crescer e comprei algumas roupas que tem mais haver com os artistas, tipo um All Star cano baixo vermelho e calças quadriculadas.Me achei ridículo claro, mas fazia parte do figurino de um escritor, parecer meio excêntrico, meio maluco, desajustado, sei lá.Pensei até num chapéu pra compor bem a imagem.
- Eu serei só mais uma dessas garotas que te admiram né...
- Você pode ser minha Musa.
- Posso? E o que é ser uma Musa?
Comecei a andar por aí, a observar melhor as pessoas.Fui numa boate.Conheci Natália.Olhos puxados, bem alta para uma oriental.Aliás ela só tinha cabeça de oriental porque o resto era de brasileira mesmo. De repente estava cantando a moça, coisa que nunca fiz na vida:
- Adorei seus cabelos negros.As garotas orientais tem os cabelos mais lindos desse planeta e quando vem acompanhados de um sorriso como esses seduzem os olhos de todos os rapazes que sabem admirar uma mulher bonita.
- Ah você gostou? Deve ser o xampu que estou usando – Disse isso sorrindo por isso a resposta não decepcionou tanto, aqueles dentes brancos e a pele um pouco morena, as nossas japonesas são as melhores do mundo.
A candidata a Musa era insistente – Gostou das fotos? Você me acha bonita? Sou o suficiente? Porque suas musas são maravilhosas, a Ingrid é lindíssima. – Passei a virar as noites escrevendo bastante pro blog, tinha voltado a escrever poesias, a Julia tinha me ajudado a voltar a me inspirar a escrevê-las.Meu lado direito é cafajeste, o esquerdo é romântico desde que me conheço por gente.
Continuei minha tentativa de conquistar a Natália - Posso te fazer um poema?
- Nossa ninguém nunca me fez um poema
- Se você comer um sanduíche comigo eu te faço um bem bonito que você vai querer guardar pra sempre!
- Topo! Mas tenho que chegar em casa antes do amanhecer –Ainda bem que ainda eram três e meia, até o sol raiar muita ponte ia passar por baixo daquela água.
“Só o amor não é o suficiente” este seria o titulo do livro.Natália foi a primeira que se tornou personagem dele, porque pra parecer bem real eu precisava vivenciar tudo.Escrevi pra ela um poema “Água Viva”. Ela adorou.Depois teve a Juliana, uma gaúcha estonteante, pernas longas, cabelos loiríssimos e levemente cacheados, sotaque carregado, me ensinou a tomar chimarrão.Escrevi pra ela “Princesa Farroupilha” ela ficou apaixonada, levou para Porto Alegre e até mandou publicar no jornal.
- Você fica parecendo um poeta primata, pulando de galho em galho desse jeito - A voz da Júlia, inconfundível, me fuzilando.Claro, com ciúmes.
- Adorei o texto que você fez pra mim, mas eu te amo, apesar de admirar o escritor, eu quero o lado homem - Ela não deveria ter dito isso porque o lado direito é meio cruel, embora seja atraente, tem “pegada” como as moçoilas dizem por aí.Essa foi a terceira, virou mesmo musa e fechou a tríade.Melissa minha fã mais ardorosa.Escrevi para ela “A pele da flor”, a mulher endoidou.Pegou um Avião em Belo Horizonte e desceu em Sampa.Duas horas depois de ter lido aquele texto no seu e-mail do grupo de literatura que participamos.
Ela já me conhecia por algum tempo, pelo menos três anos.Trocamos cartas pelo correio, manuscritas, me deixavam a sensação de proximidade, aquele lance de vir com o perfume da pessoa, como se a letra fosse uma impressão digital de sua alma.
Ela então tinha meu endereço, convenceu o porteiro que era uma prima distante que havia chegado a cidade e esquecido de me avisar, queria fazer uma surpresa.Ficou no Hall me esperando chegar e assim que cheguei o porteiro a avisou.Ela indolente, aqueles cabelos longos meio avermelhados, pele branquinha, unhas pintadas, salto alto, tocou a campainha lentamente.Dimmmmg donnnng!Só pela forma de apertar o botão dava pra perceber que se tratava de uma moça.
Olhei pelo olho mágico e não acreditei no que meus olhos viam.Quando abri a porta o meu lado esquerdo se encontrou com o direito, a imaginação tinha alcançado a realidade, tudo virou verdade.
- Vim voando te ver
O lado esquerdo diz “O calor do desejo derrete o juízo”.
O direito “Só o amor não é suficiente.”
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Andre Luis Aquino
http://andre.aquino12.blog.uol.com.br/
Se Eu Quiser Falar Com Deus
Se Eu Quiser Falar Com Deus
Elis Regina
Composição: Gilberto Gil
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nois
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus...
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração...
E se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Eu tenho que subir aos céus
Sem cordas prá segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar!
Se eu quiser falar com Deus!
Elis Regina
Composição: Gilberto Gil
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nois
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus...
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração...
E se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Eu tenho que subir aos céus
Sem cordas prá segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar!
Se eu quiser falar com Deus!
AQUARELA DA PAZ
AQUARELA DA PAZ
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1020&let=A&stat=0
O homem, criado para habitar as estrelas, se debate nos vales sombrios da Terra, entre dores e sofrimentos...
Feito de luz, se perde nas sombras da própria insapiência...
Criado para a felicidade, caminha a passos largos na direção de abismos gerados pelo egoísmo e o orgulho.
Essência imortal, o homem, esquecido da sua eternidade, se compraz nas sensações que consegue retirar do corpo frágil e finito.
Detentor das cores delicadas para esboçar uma aquarela de paz, cria paisagens deprimentes e desoladoras com as tintas densas da própria ilusão...
O homem, herdeiro das moradas infinitas da casa do pai, se agarra, desesperado, aos bens passageiros que este ínfimo planeta oferece, como meio de evolução.
O homem, extenuado da luta, medita...
Deseja, sinceramente, a paz... Mas como conquistá-la?
Tem sede de amor... E abandona o ninho...
Precisa conhecer a verdade... Mas se confunde nas armadilhas da mentira...
O homem precisa, mais do que nunca, da união fraternal, e vaga solitário e sem rumo...
E, mais uma vez vamos encontrar nas asas libertas do coração do poeta, uma receita de felicidade:
Para você encontrar a paz,
É preciso ter a paz
Dentro do seu coração
Para você encontrar o amor,
É preciso ter amor
E amar o seu irmão
A gente vive como passarinho
Que precisa ter do seu ninho
P'rá cantar com o coração
Precisa destrancar nossa janela
E dizer que a vida é bela
Conclamando à união
Para você encontrar a verdade
É preciso que a verdade
Esteja dentro de você
Ame, tenha paz, seja verdadeiro
E verá que o mundo inteiro
Lhe convida a crescer
A gente vive como passarinho
Que precisa do seu ninho
P'rá cantar com o coração
Precisa destrancar nossa janela
E pintar com aquarela
Os acordes da canção
* * *
Para você encontrar a paz,
É preciso ter a paz
Dentro do seu coração
Para você encontrar o amor,
É preciso ter amor
E amar o seu irmão
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em música de Ricardo Ribeiro, faixa 6 do CD Juntos no amor do Cristo, do Grupo Acorde.
http://www.momento.com.br/index.php
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1020&let=A&stat=0
O homem, criado para habitar as estrelas, se debate nos vales sombrios da Terra, entre dores e sofrimentos...
Feito de luz, se perde nas sombras da própria insapiência...
Criado para a felicidade, caminha a passos largos na direção de abismos gerados pelo egoísmo e o orgulho.
Essência imortal, o homem, esquecido da sua eternidade, se compraz nas sensações que consegue retirar do corpo frágil e finito.
Detentor das cores delicadas para esboçar uma aquarela de paz, cria paisagens deprimentes e desoladoras com as tintas densas da própria ilusão...
O homem, herdeiro das moradas infinitas da casa do pai, se agarra, desesperado, aos bens passageiros que este ínfimo planeta oferece, como meio de evolução.
O homem, extenuado da luta, medita...
Deseja, sinceramente, a paz... Mas como conquistá-la?
Tem sede de amor... E abandona o ninho...
Precisa conhecer a verdade... Mas se confunde nas armadilhas da mentira...
O homem precisa, mais do que nunca, da união fraternal, e vaga solitário e sem rumo...
E, mais uma vez vamos encontrar nas asas libertas do coração do poeta, uma receita de felicidade:
Para você encontrar a paz,
É preciso ter a paz
Dentro do seu coração
Para você encontrar o amor,
É preciso ter amor
E amar o seu irmão
A gente vive como passarinho
Que precisa ter do seu ninho
P'rá cantar com o coração
Precisa destrancar nossa janela
E dizer que a vida é bela
Conclamando à união
Para você encontrar a verdade
É preciso que a verdade
Esteja dentro de você
Ame, tenha paz, seja verdadeiro
E verá que o mundo inteiro
Lhe convida a crescer
A gente vive como passarinho
Que precisa do seu ninho
P'rá cantar com o coração
Precisa destrancar nossa janela
E pintar com aquarela
Os acordes da canção
* * *
Para você encontrar a paz,
É preciso ter a paz
Dentro do seu coração
Para você encontrar o amor,
É preciso ter amor
E amar o seu irmão
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em música de Ricardo Ribeiro, faixa 6 do CD Juntos no amor do Cristo, do Grupo Acorde.
http://www.momento.com.br/index.php
A boceta de Pandora
A boceta de Pandora
08/04/2009 12:13:54
Emiliano José
Creio que os leitores não se chateiam com rememorações de andanças de minha juventude, temperadas com devaneios proustianos. Eu, chegado já à casa dos 60, mergulhando em busca do tempo perdido. E perdido não porque não valera à pena, mas porque se não me esforço não o recupero para mim mesmo.
Fui assaltado por lembranças quando dei de frente com meu professor de português do ginásio. Paulo Palumbo é desses homens que nasceram vocacionados para a sala de aula. Ele me apresentou a Machado de Assis. Parafraseando Caetano, a gente sabe a quem chama de Mestre.
Eu o encontrei na sexta-feira, 27 de março deste 2009, no salão de festas de um modesto e organizado condomínio onde mora minha mãe, no Jaçanã, na capital paulista. Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã... Vivi minha juventude no Jaçanã. Aportei na Bahia no início de 70, fugindo da repressão da ditadura.
Minha irmã, Maria Aparecida, espécie de memória da família, organizou um lançamento sentimental de meu último livro – conta a história de Victor Meyer, revolucionário baiano, que morreu em 2001 – pretendendo juntar amigos de ginásio, e professores, se conseguisse. Vim da Bahia para viver esse momento.
Vieram alguns colegas de sala, homens e mulheres. O grande encontro, no entanto, foi com Paulo.
Entre tantas aulas memoráveis, lembrei-me da aula inesquecível.
Inesquecível não só porque o assunto, recorrente nele, era Machado de Assis, paixão imorredoura, dividida apenas com Dostoievski, mas também porque ele incendiou a sala ao falar cândida e belamente na boceta de Pandora. Expressão literal que, creio, ele retira de Memórias Póstumas de Brás Cubas, a conferir.
Os alunos machos dispararam a gargalhar, a imaginação à solta, o pensamento sobre cavalos alados.
As meninas, se sorriam, o faziam com alguma dissimulação, como cabe a moças de fino trato. Algumas recolhiam-se sérias, recatadas, intimidadas pela expressão pouco convencional. Certo que elas já tinham ouvido a expressão, que tão inocentes assim não eram. Mas, em sala de aula, tenha dó. Nem se lembravam de Pandora, cujo nome, aí sim, nunca tinham ouvido. Do resto, até que sim.
Paulo Palumbo, a meio caminho dos 30 anos, pleno de juventude, esperou pacientemente que cessasse o alvoroço provocado pela expressão, e então explicou.
Na mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher a existir na Terra. E Paulo estudou grego bastante quando se preparava para ser padre, objetivo que se frustrou para sorte nossa. A Igreja, quem sabe, perdeu um missionário. Nós ganhamos um extraordinário professor – com vocação missionária.
Zeus tinha ficado muito puto porque Prometeu havia roubado o fogo dos deuses para dá-lo aos homens e ordenou a Hefesto que criasse um ser maldoso a quem todos os homens desejariam. Hefesto cumpriu a ordem e a mulher foi criada a partir da terra e da água. Todos os deuses lhe trouxeram presentes.
À mulher criada por Hefesto deu-se o nome de Pandora, que quer dizer cheia de dons. As meninas da sala gostaram dessa parte. Atena deu a Pandora o conhecimento das artes. Afrodite deu-lhe a beleza. Hermes, perigosamente, deu-lhe sagacidade e, ainda por cima, o dom de agradar. E as Graças, estas a vestiram. Uma belíssima e perigosa mulher.
Pandora foi, então, apresentada a Epimeteu, que a aceitou, indiferente aos alertas de seu irmão Prometeu, que sabia onde residia o perigo.
Pandora trazia consigo uma explosiva boceta – novo alvoroço, então agita a sala.
Paulo espera. Até ouvir o silêncio.
E então explica, dicionarizando o discurso: boceta é usada por Machado no sentido culto. Que não se agitassem por tão pouco. Quer dizer caixa, vaso, um recipiente.
A boceta que Pandora levava não podia ser aberta – esta era a recomendação dos deuses. Ali, naquela boceta residia o perigo.
Mas, mesmo entre os deuses, a curiosidade mata. Mentira que a curiosidade seja exclusividade das mulheres.
E Epimeteu não resistiu e levantou a tampa da boceta de Pandora. E dela saíram todos os males do mundo, seus pecados, doenças e vícios. Uma tempestade de maldades.
Pandora, cuidadosa, tentando reparar a maldita curiosidade masculina, fechou imediatamente a boceta e com isso conseguiu reter dentro dela a última virtude: solitária, restava apenas a Esperança, o último consolo do homem. Não é brincadeira uma boceta onde resida a Esperança, caixa alta, maiúscula. Onde reside uma virtude do tamanho da Esperança.
A sala ficou um pouco mais calma.
Pudesse, no entanto, o professor invadir a alma de seus alunos e alunas veria que a calma era apenas aparente.
As meninas recolhiam-se ao silêncio, pensando na força daquela mulher.
Ardiam em fogo, no entanto.
Num sacrilégio, preferiam-na a Eva. Pandora era mais fascinante.
Imaginavam-se impregnadas de dons, cheias de beleza, sedutoras, cheias de graças, e com todos os homens desejando-as, e elas escolhendo, a seu talante, o príncipe que mais lhes agradassem.
E Pandora, maior que Eva, retinha um tesouro, onde guardava a Esperança, redenção dos homens, da espécie humana.
Os meninos preferiam, aos sussurros, viajar na norma inculta, e olhavam Pandora com outros olhos, talvez, possamos dizer, lascivos. Pandora nunca imaginara pudesse aquela singela boceta causar tanto rebuliço. E Pandora cumpria os desígnios de Prometeu – cortejada por todos os homens, invejada e copiada por outras mulheres.
Não fora ela que deixara escapar todos aqueles males. Fora um homem com sua maldita curiosidade, insista-se. Ela conseguira salvar a Esperança. Bela, adorável Pandora.
Paulo, com aquela aula, sem querer, ou talvez conscientemente, aguçou instintos selvagens, resvalou os territórios cinzentos ou coloridos do inconsciente, apresentou aos seus alunos uma mulher poderosa e, com essa manobra de flanco, nos fez mergulhar no intrincado universo machadiano, nosso mais genial escritor.
Nunca mais esquecemos Machado. Por causa de Pandora. É muita coisa para uma aula só, não é?
Devo esclarecer que a aula foi dada no Colégio Estadual Professor Eurico de Figueiredo – CEPEF. Fica próximo à igreja do Jaçanã, em frente ao então Seminário dos padres camilianos, onde me iniciei como cristão para depois embarcar nas asas da revolução, história que continuarei a contar aqui, talvez em outro momento. Ali, nesse colégio, próximo também à fábrica Darling, fiz o ginásio, de tantas e tão ricas lembranças.
Soube por ele, na sexta, que a mesma boceta de Pandora lhe causara outro contratempo.
Sinal, pensei cá comigo enquanto o ouvia nessa sexta, 27 de março de 2009, que ele voltava a Machado pela mesma picada, consciente do turbilhão que causava. Respeitosamente, gostava de provocar.
Ocorre que ele também dava aula num colégio de freiras. A informação sobre a aula em que dissertara sobre a boceta de Pandora chegou ao conhecimento da vetusta madre que dirigia o respeitável estabelecimento. Paulo foi chamado pela madre diretora.
-Professor, isso aqui é um colégio de respeito. O senhor deu uma aula e usou desnecessariamente, desrespeitosamente e abusivamente o termo alusivo ao órgão sexual feminino. Isso é inadmissível. As nossas meninas ficaram horrorizadas. Aonde vamos parar com isso?
Paulo, que de Igreja Católica entendia quase tudo e que é, para ser justo, um ser temente a Deus, explicou à madre, pacientemente, o significado culto de boceta, mostrou-lhe o termo no dicionário e ancorou-se em Machado para justificar-se. E falou mais um pouco sobre Pandora.
De verdade, de verdade, não sentira horror nas meninas. Apenas um certo e natural alvoroço, um certo, como dizer?, um certo frisson.
Durante suas peregrinações de Mestre, Paulo nunca deixou de lado a boceta de Pandora, sempre fascinado pela sua beleza. A beleza da Esperança retida dentro dela, salva pela própria Pandora, inesquecível Pandora.
08/04/2009 12:13:54
Emiliano José
Creio que os leitores não se chateiam com rememorações de andanças de minha juventude, temperadas com devaneios proustianos. Eu, chegado já à casa dos 60, mergulhando em busca do tempo perdido. E perdido não porque não valera à pena, mas porque se não me esforço não o recupero para mim mesmo.
Fui assaltado por lembranças quando dei de frente com meu professor de português do ginásio. Paulo Palumbo é desses homens que nasceram vocacionados para a sala de aula. Ele me apresentou a Machado de Assis. Parafraseando Caetano, a gente sabe a quem chama de Mestre.
Eu o encontrei na sexta-feira, 27 de março deste 2009, no salão de festas de um modesto e organizado condomínio onde mora minha mãe, no Jaçanã, na capital paulista. Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã... Vivi minha juventude no Jaçanã. Aportei na Bahia no início de 70, fugindo da repressão da ditadura.
Minha irmã, Maria Aparecida, espécie de memória da família, organizou um lançamento sentimental de meu último livro – conta a história de Victor Meyer, revolucionário baiano, que morreu em 2001 – pretendendo juntar amigos de ginásio, e professores, se conseguisse. Vim da Bahia para viver esse momento.
Vieram alguns colegas de sala, homens e mulheres. O grande encontro, no entanto, foi com Paulo.
Entre tantas aulas memoráveis, lembrei-me da aula inesquecível.
Inesquecível não só porque o assunto, recorrente nele, era Machado de Assis, paixão imorredoura, dividida apenas com Dostoievski, mas também porque ele incendiou a sala ao falar cândida e belamente na boceta de Pandora. Expressão literal que, creio, ele retira de Memórias Póstumas de Brás Cubas, a conferir.
Os alunos machos dispararam a gargalhar, a imaginação à solta, o pensamento sobre cavalos alados.
As meninas, se sorriam, o faziam com alguma dissimulação, como cabe a moças de fino trato. Algumas recolhiam-se sérias, recatadas, intimidadas pela expressão pouco convencional. Certo que elas já tinham ouvido a expressão, que tão inocentes assim não eram. Mas, em sala de aula, tenha dó. Nem se lembravam de Pandora, cujo nome, aí sim, nunca tinham ouvido. Do resto, até que sim.
Paulo Palumbo, a meio caminho dos 30 anos, pleno de juventude, esperou pacientemente que cessasse o alvoroço provocado pela expressão, e então explicou.
Na mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher a existir na Terra. E Paulo estudou grego bastante quando se preparava para ser padre, objetivo que se frustrou para sorte nossa. A Igreja, quem sabe, perdeu um missionário. Nós ganhamos um extraordinário professor – com vocação missionária.
Zeus tinha ficado muito puto porque Prometeu havia roubado o fogo dos deuses para dá-lo aos homens e ordenou a Hefesto que criasse um ser maldoso a quem todos os homens desejariam. Hefesto cumpriu a ordem e a mulher foi criada a partir da terra e da água. Todos os deuses lhe trouxeram presentes.
À mulher criada por Hefesto deu-se o nome de Pandora, que quer dizer cheia de dons. As meninas da sala gostaram dessa parte. Atena deu a Pandora o conhecimento das artes. Afrodite deu-lhe a beleza. Hermes, perigosamente, deu-lhe sagacidade e, ainda por cima, o dom de agradar. E as Graças, estas a vestiram. Uma belíssima e perigosa mulher.
Pandora foi, então, apresentada a Epimeteu, que a aceitou, indiferente aos alertas de seu irmão Prometeu, que sabia onde residia o perigo.
Pandora trazia consigo uma explosiva boceta – novo alvoroço, então agita a sala.
Paulo espera. Até ouvir o silêncio.
E então explica, dicionarizando o discurso: boceta é usada por Machado no sentido culto. Que não se agitassem por tão pouco. Quer dizer caixa, vaso, um recipiente.
A boceta que Pandora levava não podia ser aberta – esta era a recomendação dos deuses. Ali, naquela boceta residia o perigo.
Mas, mesmo entre os deuses, a curiosidade mata. Mentira que a curiosidade seja exclusividade das mulheres.
E Epimeteu não resistiu e levantou a tampa da boceta de Pandora. E dela saíram todos os males do mundo, seus pecados, doenças e vícios. Uma tempestade de maldades.
Pandora, cuidadosa, tentando reparar a maldita curiosidade masculina, fechou imediatamente a boceta e com isso conseguiu reter dentro dela a última virtude: solitária, restava apenas a Esperança, o último consolo do homem. Não é brincadeira uma boceta onde resida a Esperança, caixa alta, maiúscula. Onde reside uma virtude do tamanho da Esperança.
A sala ficou um pouco mais calma.
Pudesse, no entanto, o professor invadir a alma de seus alunos e alunas veria que a calma era apenas aparente.
As meninas recolhiam-se ao silêncio, pensando na força daquela mulher.
Ardiam em fogo, no entanto.
Num sacrilégio, preferiam-na a Eva. Pandora era mais fascinante.
Imaginavam-se impregnadas de dons, cheias de beleza, sedutoras, cheias de graças, e com todos os homens desejando-as, e elas escolhendo, a seu talante, o príncipe que mais lhes agradassem.
E Pandora, maior que Eva, retinha um tesouro, onde guardava a Esperança, redenção dos homens, da espécie humana.
Os meninos preferiam, aos sussurros, viajar na norma inculta, e olhavam Pandora com outros olhos, talvez, possamos dizer, lascivos. Pandora nunca imaginara pudesse aquela singela boceta causar tanto rebuliço. E Pandora cumpria os desígnios de Prometeu – cortejada por todos os homens, invejada e copiada por outras mulheres.
Não fora ela que deixara escapar todos aqueles males. Fora um homem com sua maldita curiosidade, insista-se. Ela conseguira salvar a Esperança. Bela, adorável Pandora.
Paulo, com aquela aula, sem querer, ou talvez conscientemente, aguçou instintos selvagens, resvalou os territórios cinzentos ou coloridos do inconsciente, apresentou aos seus alunos uma mulher poderosa e, com essa manobra de flanco, nos fez mergulhar no intrincado universo machadiano, nosso mais genial escritor.
Nunca mais esquecemos Machado. Por causa de Pandora. É muita coisa para uma aula só, não é?
Devo esclarecer que a aula foi dada no Colégio Estadual Professor Eurico de Figueiredo – CEPEF. Fica próximo à igreja do Jaçanã, em frente ao então Seminário dos padres camilianos, onde me iniciei como cristão para depois embarcar nas asas da revolução, história que continuarei a contar aqui, talvez em outro momento. Ali, nesse colégio, próximo também à fábrica Darling, fiz o ginásio, de tantas e tão ricas lembranças.
Soube por ele, na sexta, que a mesma boceta de Pandora lhe causara outro contratempo.
Sinal, pensei cá comigo enquanto o ouvia nessa sexta, 27 de março de 2009, que ele voltava a Machado pela mesma picada, consciente do turbilhão que causava. Respeitosamente, gostava de provocar.
Ocorre que ele também dava aula num colégio de freiras. A informação sobre a aula em que dissertara sobre a boceta de Pandora chegou ao conhecimento da vetusta madre que dirigia o respeitável estabelecimento. Paulo foi chamado pela madre diretora.
-Professor, isso aqui é um colégio de respeito. O senhor deu uma aula e usou desnecessariamente, desrespeitosamente e abusivamente o termo alusivo ao órgão sexual feminino. Isso é inadmissível. As nossas meninas ficaram horrorizadas. Aonde vamos parar com isso?
Paulo, que de Igreja Católica entendia quase tudo e que é, para ser justo, um ser temente a Deus, explicou à madre, pacientemente, o significado culto de boceta, mostrou-lhe o termo no dicionário e ancorou-se em Machado para justificar-se. E falou mais um pouco sobre Pandora.
De verdade, de verdade, não sentira horror nas meninas. Apenas um certo e natural alvoroço, um certo, como dizer?, um certo frisson.
Durante suas peregrinações de Mestre, Paulo nunca deixou de lado a boceta de Pandora, sempre fascinado pela sua beleza. A beleza da Esperança retida dentro dela, salva pela própria Pandora, inesquecível Pandora.
damatta
P.S *** - Segundo o Aurélio;
Boceta:-
(ê). [Dim. do lat. vulg. buxis, idis (< lat. pyxis, idis, 'caixinha'), poss. pelo occitano boissa, com infl. do esp. bujeta, bucheta.]
S. f.
1. Caixinha redonda, oval ou oblonga: &
2. Caixa de rapé: &
3. Bras. Certo aparelho de pesca.
4. Bras. Chulo A vulva.
u Boceta anatômica. Anat.
1. Tabaqueira anatômica.
u Boceta de Pandora. Fig.
1. A origem de todos os males
08/04/2009 12:13:54
Emiliano José
Creio que os leitores não se chateiam com rememorações de andanças de minha juventude, temperadas com devaneios proustianos. Eu, chegado já à casa dos 60, mergulhando em busca do tempo perdido. E perdido não porque não valera à pena, mas porque se não me esforço não o recupero para mim mesmo.
Fui assaltado por lembranças quando dei de frente com meu professor de português do ginásio. Paulo Palumbo é desses homens que nasceram vocacionados para a sala de aula. Ele me apresentou a Machado de Assis. Parafraseando Caetano, a gente sabe a quem chama de Mestre.
Eu o encontrei na sexta-feira, 27 de março deste 2009, no salão de festas de um modesto e organizado condomínio onde mora minha mãe, no Jaçanã, na capital paulista. Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã... Vivi minha juventude no Jaçanã. Aportei na Bahia no início de 70, fugindo da repressão da ditadura.
Minha irmã, Maria Aparecida, espécie de memória da família, organizou um lançamento sentimental de meu último livro – conta a história de Victor Meyer, revolucionário baiano, que morreu em 2001 – pretendendo juntar amigos de ginásio, e professores, se conseguisse. Vim da Bahia para viver esse momento.
Vieram alguns colegas de sala, homens e mulheres. O grande encontro, no entanto, foi com Paulo.
Entre tantas aulas memoráveis, lembrei-me da aula inesquecível.
Inesquecível não só porque o assunto, recorrente nele, era Machado de Assis, paixão imorredoura, dividida apenas com Dostoievski, mas também porque ele incendiou a sala ao falar cândida e belamente na boceta de Pandora. Expressão literal que, creio, ele retira de Memórias Póstumas de Brás Cubas, a conferir.
Os alunos machos dispararam a gargalhar, a imaginação à solta, o pensamento sobre cavalos alados.
As meninas, se sorriam, o faziam com alguma dissimulação, como cabe a moças de fino trato. Algumas recolhiam-se sérias, recatadas, intimidadas pela expressão pouco convencional. Certo que elas já tinham ouvido a expressão, que tão inocentes assim não eram. Mas, em sala de aula, tenha dó. Nem se lembravam de Pandora, cujo nome, aí sim, nunca tinham ouvido. Do resto, até que sim.
Paulo Palumbo, a meio caminho dos 30 anos, pleno de juventude, esperou pacientemente que cessasse o alvoroço provocado pela expressão, e então explicou.
Na mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher a existir na Terra. E Paulo estudou grego bastante quando se preparava para ser padre, objetivo que se frustrou para sorte nossa. A Igreja, quem sabe, perdeu um missionário. Nós ganhamos um extraordinário professor – com vocação missionária.
Zeus tinha ficado muito puto porque Prometeu havia roubado o fogo dos deuses para dá-lo aos homens e ordenou a Hefesto que criasse um ser maldoso a quem todos os homens desejariam. Hefesto cumpriu a ordem e a mulher foi criada a partir da terra e da água. Todos os deuses lhe trouxeram presentes.
À mulher criada por Hefesto deu-se o nome de Pandora, que quer dizer cheia de dons. As meninas da sala gostaram dessa parte. Atena deu a Pandora o conhecimento das artes. Afrodite deu-lhe a beleza. Hermes, perigosamente, deu-lhe sagacidade e, ainda por cima, o dom de agradar. E as Graças, estas a vestiram. Uma belíssima e perigosa mulher.
Pandora foi, então, apresentada a Epimeteu, que a aceitou, indiferente aos alertas de seu irmão Prometeu, que sabia onde residia o perigo.
Pandora trazia consigo uma explosiva boceta – novo alvoroço, então agita a sala.
Paulo espera. Até ouvir o silêncio.
E então explica, dicionarizando o discurso: boceta é usada por Machado no sentido culto. Que não se agitassem por tão pouco. Quer dizer caixa, vaso, um recipiente.
A boceta que Pandora levava não podia ser aberta – esta era a recomendação dos deuses. Ali, naquela boceta residia o perigo.
Mas, mesmo entre os deuses, a curiosidade mata. Mentira que a curiosidade seja exclusividade das mulheres.
E Epimeteu não resistiu e levantou a tampa da boceta de Pandora. E dela saíram todos os males do mundo, seus pecados, doenças e vícios. Uma tempestade de maldades.
Pandora, cuidadosa, tentando reparar a maldita curiosidade masculina, fechou imediatamente a boceta e com isso conseguiu reter dentro dela a última virtude: solitária, restava apenas a Esperança, o último consolo do homem. Não é brincadeira uma boceta onde resida a Esperança, caixa alta, maiúscula. Onde reside uma virtude do tamanho da Esperança.
A sala ficou um pouco mais calma.
Pudesse, no entanto, o professor invadir a alma de seus alunos e alunas veria que a calma era apenas aparente.
As meninas recolhiam-se ao silêncio, pensando na força daquela mulher.
Ardiam em fogo, no entanto.
Num sacrilégio, preferiam-na a Eva. Pandora era mais fascinante.
Imaginavam-se impregnadas de dons, cheias de beleza, sedutoras, cheias de graças, e com todos os homens desejando-as, e elas escolhendo, a seu talante, o príncipe que mais lhes agradassem.
E Pandora, maior que Eva, retinha um tesouro, onde guardava a Esperança, redenção dos homens, da espécie humana.
Os meninos preferiam, aos sussurros, viajar na norma inculta, e olhavam Pandora com outros olhos, talvez, possamos dizer, lascivos. Pandora nunca imaginara pudesse aquela singela boceta causar tanto rebuliço. E Pandora cumpria os desígnios de Prometeu – cortejada por todos os homens, invejada e copiada por outras mulheres.
Não fora ela que deixara escapar todos aqueles males. Fora um homem com sua maldita curiosidade, insista-se. Ela conseguira salvar a Esperança. Bela, adorável Pandora.
Paulo, com aquela aula, sem querer, ou talvez conscientemente, aguçou instintos selvagens, resvalou os territórios cinzentos ou coloridos do inconsciente, apresentou aos seus alunos uma mulher poderosa e, com essa manobra de flanco, nos fez mergulhar no intrincado universo machadiano, nosso mais genial escritor.
Nunca mais esquecemos Machado. Por causa de Pandora. É muita coisa para uma aula só, não é?
Devo esclarecer que a aula foi dada no Colégio Estadual Professor Eurico de Figueiredo – CEPEF. Fica próximo à igreja do Jaçanã, em frente ao então Seminário dos padres camilianos, onde me iniciei como cristão para depois embarcar nas asas da revolução, história que continuarei a contar aqui, talvez em outro momento. Ali, nesse colégio, próximo também à fábrica Darling, fiz o ginásio, de tantas e tão ricas lembranças.
Soube por ele, na sexta, que a mesma boceta de Pandora lhe causara outro contratempo.
Sinal, pensei cá comigo enquanto o ouvia nessa sexta, 27 de março de 2009, que ele voltava a Machado pela mesma picada, consciente do turbilhão que causava. Respeitosamente, gostava de provocar.
Ocorre que ele também dava aula num colégio de freiras. A informação sobre a aula em que dissertara sobre a boceta de Pandora chegou ao conhecimento da vetusta madre que dirigia o respeitável estabelecimento. Paulo foi chamado pela madre diretora.
-Professor, isso aqui é um colégio de respeito. O senhor deu uma aula e usou desnecessariamente, desrespeitosamente e abusivamente o termo alusivo ao órgão sexual feminino. Isso é inadmissível. As nossas meninas ficaram horrorizadas. Aonde vamos parar com isso?
Paulo, que de Igreja Católica entendia quase tudo e que é, para ser justo, um ser temente a Deus, explicou à madre, pacientemente, o significado culto de boceta, mostrou-lhe o termo no dicionário e ancorou-se em Machado para justificar-se. E falou mais um pouco sobre Pandora.
De verdade, de verdade, não sentira horror nas meninas. Apenas um certo e natural alvoroço, um certo, como dizer?, um certo frisson.
Durante suas peregrinações de Mestre, Paulo nunca deixou de lado a boceta de Pandora, sempre fascinado pela sua beleza. A beleza da Esperança retida dentro dela, salva pela própria Pandora, inesquecível Pandora.
08/04/2009 12:13:54
Emiliano José
Creio que os leitores não se chateiam com rememorações de andanças de minha juventude, temperadas com devaneios proustianos. Eu, chegado já à casa dos 60, mergulhando em busca do tempo perdido. E perdido não porque não valera à pena, mas porque se não me esforço não o recupero para mim mesmo.
Fui assaltado por lembranças quando dei de frente com meu professor de português do ginásio. Paulo Palumbo é desses homens que nasceram vocacionados para a sala de aula. Ele me apresentou a Machado de Assis. Parafraseando Caetano, a gente sabe a quem chama de Mestre.
Eu o encontrei na sexta-feira, 27 de março deste 2009, no salão de festas de um modesto e organizado condomínio onde mora minha mãe, no Jaçanã, na capital paulista. Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã... Vivi minha juventude no Jaçanã. Aportei na Bahia no início de 70, fugindo da repressão da ditadura.
Minha irmã, Maria Aparecida, espécie de memória da família, organizou um lançamento sentimental de meu último livro – conta a história de Victor Meyer, revolucionário baiano, que morreu em 2001 – pretendendo juntar amigos de ginásio, e professores, se conseguisse. Vim da Bahia para viver esse momento.
Vieram alguns colegas de sala, homens e mulheres. O grande encontro, no entanto, foi com Paulo.
Entre tantas aulas memoráveis, lembrei-me da aula inesquecível.
Inesquecível não só porque o assunto, recorrente nele, era Machado de Assis, paixão imorredoura, dividida apenas com Dostoievski, mas também porque ele incendiou a sala ao falar cândida e belamente na boceta de Pandora. Expressão literal que, creio, ele retira de Memórias Póstumas de Brás Cubas, a conferir.
Os alunos machos dispararam a gargalhar, a imaginação à solta, o pensamento sobre cavalos alados.
As meninas, se sorriam, o faziam com alguma dissimulação, como cabe a moças de fino trato. Algumas recolhiam-se sérias, recatadas, intimidadas pela expressão pouco convencional. Certo que elas já tinham ouvido a expressão, que tão inocentes assim não eram. Mas, em sala de aula, tenha dó. Nem se lembravam de Pandora, cujo nome, aí sim, nunca tinham ouvido. Do resto, até que sim.
Paulo Palumbo, a meio caminho dos 30 anos, pleno de juventude, esperou pacientemente que cessasse o alvoroço provocado pela expressão, e então explicou.
Na mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher a existir na Terra. E Paulo estudou grego bastante quando se preparava para ser padre, objetivo que se frustrou para sorte nossa. A Igreja, quem sabe, perdeu um missionário. Nós ganhamos um extraordinário professor – com vocação missionária.
Zeus tinha ficado muito puto porque Prometeu havia roubado o fogo dos deuses para dá-lo aos homens e ordenou a Hefesto que criasse um ser maldoso a quem todos os homens desejariam. Hefesto cumpriu a ordem e a mulher foi criada a partir da terra e da água. Todos os deuses lhe trouxeram presentes.
À mulher criada por Hefesto deu-se o nome de Pandora, que quer dizer cheia de dons. As meninas da sala gostaram dessa parte. Atena deu a Pandora o conhecimento das artes. Afrodite deu-lhe a beleza. Hermes, perigosamente, deu-lhe sagacidade e, ainda por cima, o dom de agradar. E as Graças, estas a vestiram. Uma belíssima e perigosa mulher.
Pandora foi, então, apresentada a Epimeteu, que a aceitou, indiferente aos alertas de seu irmão Prometeu, que sabia onde residia o perigo.
Pandora trazia consigo uma explosiva boceta – novo alvoroço, então agita a sala.
Paulo espera. Até ouvir o silêncio.
E então explica, dicionarizando o discurso: boceta é usada por Machado no sentido culto. Que não se agitassem por tão pouco. Quer dizer caixa, vaso, um recipiente.
A boceta que Pandora levava não podia ser aberta – esta era a recomendação dos deuses. Ali, naquela boceta residia o perigo.
Mas, mesmo entre os deuses, a curiosidade mata. Mentira que a curiosidade seja exclusividade das mulheres.
E Epimeteu não resistiu e levantou a tampa da boceta de Pandora. E dela saíram todos os males do mundo, seus pecados, doenças e vícios. Uma tempestade de maldades.
Pandora, cuidadosa, tentando reparar a maldita curiosidade masculina, fechou imediatamente a boceta e com isso conseguiu reter dentro dela a última virtude: solitária, restava apenas a Esperança, o último consolo do homem. Não é brincadeira uma boceta onde resida a Esperança, caixa alta, maiúscula. Onde reside uma virtude do tamanho da Esperança.
A sala ficou um pouco mais calma.
Pudesse, no entanto, o professor invadir a alma de seus alunos e alunas veria que a calma era apenas aparente.
As meninas recolhiam-se ao silêncio, pensando na força daquela mulher.
Ardiam em fogo, no entanto.
Num sacrilégio, preferiam-na a Eva. Pandora era mais fascinante.
Imaginavam-se impregnadas de dons, cheias de beleza, sedutoras, cheias de graças, e com todos os homens desejando-as, e elas escolhendo, a seu talante, o príncipe que mais lhes agradassem.
E Pandora, maior que Eva, retinha um tesouro, onde guardava a Esperança, redenção dos homens, da espécie humana.
Os meninos preferiam, aos sussurros, viajar na norma inculta, e olhavam Pandora com outros olhos, talvez, possamos dizer, lascivos. Pandora nunca imaginara pudesse aquela singela boceta causar tanto rebuliço. E Pandora cumpria os desígnios de Prometeu – cortejada por todos os homens, invejada e copiada por outras mulheres.
Não fora ela que deixara escapar todos aqueles males. Fora um homem com sua maldita curiosidade, insista-se. Ela conseguira salvar a Esperança. Bela, adorável Pandora.
Paulo, com aquela aula, sem querer, ou talvez conscientemente, aguçou instintos selvagens, resvalou os territórios cinzentos ou coloridos do inconsciente, apresentou aos seus alunos uma mulher poderosa e, com essa manobra de flanco, nos fez mergulhar no intrincado universo machadiano, nosso mais genial escritor.
Nunca mais esquecemos Machado. Por causa de Pandora. É muita coisa para uma aula só, não é?
Devo esclarecer que a aula foi dada no Colégio Estadual Professor Eurico de Figueiredo – CEPEF. Fica próximo à igreja do Jaçanã, em frente ao então Seminário dos padres camilianos, onde me iniciei como cristão para depois embarcar nas asas da revolução, história que continuarei a contar aqui, talvez em outro momento. Ali, nesse colégio, próximo também à fábrica Darling, fiz o ginásio, de tantas e tão ricas lembranças.
Soube por ele, na sexta, que a mesma boceta de Pandora lhe causara outro contratempo.
Sinal, pensei cá comigo enquanto o ouvia nessa sexta, 27 de março de 2009, que ele voltava a Machado pela mesma picada, consciente do turbilhão que causava. Respeitosamente, gostava de provocar.
Ocorre que ele também dava aula num colégio de freiras. A informação sobre a aula em que dissertara sobre a boceta de Pandora chegou ao conhecimento da vetusta madre que dirigia o respeitável estabelecimento. Paulo foi chamado pela madre diretora.
-Professor, isso aqui é um colégio de respeito. O senhor deu uma aula e usou desnecessariamente, desrespeitosamente e abusivamente o termo alusivo ao órgão sexual feminino. Isso é inadmissível. As nossas meninas ficaram horrorizadas. Aonde vamos parar com isso?
Paulo, que de Igreja Católica entendia quase tudo e que é, para ser justo, um ser temente a Deus, explicou à madre, pacientemente, o significado culto de boceta, mostrou-lhe o termo no dicionário e ancorou-se em Machado para justificar-se. E falou mais um pouco sobre Pandora.
De verdade, de verdade, não sentira horror nas meninas. Apenas um certo e natural alvoroço, um certo, como dizer?, um certo frisson.
Durante suas peregrinações de Mestre, Paulo nunca deixou de lado a boceta de Pandora, sempre fascinado pela sua beleza. A beleza da Esperança retida dentro dela, salva pela própria Pandora, inesquecível Pandora.
damatta
P.S *** - Segundo o Aurélio;
Boceta:-
(ê). [Dim. do lat. vulg. buxis, idis (< lat. pyxis, idis, 'caixinha'), poss. pelo occitano boissa, com infl. do esp. bujeta, bucheta.]
S. f.
1. Caixinha redonda, oval ou oblonga: &
2. Caixa de rapé: &
3. Bras. Certo aparelho de pesca.
4. Bras. Chulo A vulva.
u Boceta anatômica. Anat.
1. Tabaqueira anatômica.
u Boceta de Pandora. Fig.
1. A origem de todos os males
Aprenda a conhecer-se.
Aprenda a conhecer-se.
Não se julgue indispensável.
Quando lhe vier a tentação de julgar-se insubstituível, lembre-se
de uma verdade irrefutável: so Deus é indispensável.
Não se envaideça!
Deus, que é grande, não assinou nenhuma de suas obras...
Não se esqueça: quem se exalta será humilhado, mas quem se
humilha será exaltado.
C. Torres Pastorino
Não se julgue indispensável.
Quando lhe vier a tentação de julgar-se insubstituível, lembre-se
de uma verdade irrefutável: so Deus é indispensável.
Não se envaideça!
Deus, que é grande, não assinou nenhuma de suas obras...
Não se esqueça: quem se exalta será humilhado, mas quem se
humilha será exaltado.
C. Torres Pastorino
Viva o momento presente,
Viva o momento presente,
porque dele depende todo
o seu futuro.
O minuto que você está
vivendo agora é o mais
importante de sua vida,
onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está
fazendo.
O ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Procure aproveitar ao máximo
o momento que está vivendo,
tirando todas as vantagens
que puder, para seu
Aperfeiçoamento.
A felicidade existe mas
não fora de nós onde
muitos a procuram.
Mas dentro de nós onde
poucos a encontram.
Deus continue lhe abençoando
porque dele depende todo
o seu futuro.
O minuto que você está
vivendo agora é o mais
importante de sua vida,
onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está
fazendo.
O ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Procure aproveitar ao máximo
o momento que está vivendo,
tirando todas as vantagens
que puder, para seu
Aperfeiçoamento.
A felicidade existe mas
não fora de nós onde
muitos a procuram.
Mas dentro de nós onde
poucos a encontram.
Deus continue lhe abençoando
Declaro para os devidos fins que...
Declaro para os devidos fins que...
Quando eu tive a sorte de um dia,
te adicionar na minha lista de amigos
passamos a ter um delicioso vínculo,
de Amizade,que haverá de estar sempre presente!
Não importa a distância
vale, sim, a sinceridade
daquilo que escrevemos e a honestidade
daquilo que sentimos
Eu tenho o maior orgulho em ter sua amizade...
e gosto muito de você!
Seu gesto de atenção e de carinho
me deixa muito feliz
A nossa amizade pode ser virtual,
mas pra mim é sempre real
E quero que saiba que o carinho de uma amizade,
não tem distâncias...
Ela vem por linhas,através da nossa telinha,
para os olhos que sabem reconhecer, uma amizade verdadeira...
Que as estrelas sorriam, para você!
E que o calor do sol se prolongue por todos os dias de sua vida...
tu és mesmo uma pessoa muito especial!
Que Deus abençoe e te dê tudo de bom que deseja o teu coração....
Beijossssssssss
Quando eu tive a sorte de um dia,
te adicionar na minha lista de amigos
passamos a ter um delicioso vínculo,
de Amizade,que haverá de estar sempre presente!
Não importa a distância
vale, sim, a sinceridade
daquilo que escrevemos e a honestidade
daquilo que sentimos
Eu tenho o maior orgulho em ter sua amizade...
e gosto muito de você!
Seu gesto de atenção e de carinho
me deixa muito feliz
A nossa amizade pode ser virtual,
mas pra mim é sempre real
E quero que saiba que o carinho de uma amizade,
não tem distâncias...
Ela vem por linhas,através da nossa telinha,
para os olhos que sabem reconhecer, uma amizade verdadeira...
Que as estrelas sorriam, para você!
E que o calor do sol se prolongue por todos os dias de sua vida...
tu és mesmo uma pessoa muito especial!
Que Deus abençoe e te dê tudo de bom que deseja o teu coração....
Beijossssssssss
AEROMOÇA APRESSADA
AEROMOÇA APRESSADA
Antes do vôo, ao microfone, o piloto cumprimenta os passageiros:
-Senhores passageiros, por favor, apertem o cinto, pois vamos decolar.
Minutos depois:
- Atenção passageiros, estamos a dez mil pés de altura, em velocidade de cruzeiro, tranqüilo, podem relaxar, soltar os cintos, logo chegaremos ao destino e boa viagem.
O piloto esquece de desligar o microfone e continua falando com o co-piloto:
- Bom, vou acionar o piloto automático. Enquanto os idiotas lá atrás curtem a viagem, vou tomar um cafezinho, fumar um cigarrinho, vou dar uma cagada e depois dar uma na gostosa da aeromoça!
Percebendo a gafe, a aeromoça corre em direção a cabine para avisar, mas tropeça no corredor e cai ao lado de uma senhora, que diz:
- Calma minha filha... Ele vai cagar primeiro...
Antes do vôo, ao microfone, o piloto cumprimenta os passageiros:
-Senhores passageiros, por favor, apertem o cinto, pois vamos decolar.
Minutos depois:
- Atenção passageiros, estamos a dez mil pés de altura, em velocidade de cruzeiro, tranqüilo, podem relaxar, soltar os cintos, logo chegaremos ao destino e boa viagem.
O piloto esquece de desligar o microfone e continua falando com o co-piloto:
- Bom, vou acionar o piloto automático. Enquanto os idiotas lá atrás curtem a viagem, vou tomar um cafezinho, fumar um cigarrinho, vou dar uma cagada e depois dar uma na gostosa da aeromoça!
Percebendo a gafe, a aeromoça corre em direção a cabine para avisar, mas tropeça no corredor e cai ao lado de uma senhora, que diz:
- Calma minha filha... Ele vai cagar primeiro...
Descobri o cristianismo como uma vida centrada totalmente no amor ao próximo
"Descobri o cristianismo como uma vida centrada totalmente no amor ao próximo; dei-me conta de que valia a pena comprometer-me com este amor nesta vida. Escolhi o sacerdócio para converter-me em um servidor da humanidade".
Jorge Camilo Torres Restrepo, padre e revolucionário, COL, 1929-1965
Jorge Camilo Torres Restrepo, padre e revolucionário, COL, 1929-1965
DÚVIDAS PASCAIS
DÚVIDAS PASCAIS
- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não! Morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui...
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
Luis Fernando Veríssimo
- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não! Morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui...
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
Luis Fernando Veríssimo
Páscoa é tempo de Amor,
Páscoa é tempo de Amor,
de família e de Paz...
É tempo de agradecermos discretamente por tudo que temos
e por tudo que teremos.
É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencermos todos os obstáculos e sofrimentos.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É acreditar num mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida e vencer à morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.
É recomeçar...
Feliz Páscoa!!!
Abraços....
de família e de Paz...
É tempo de agradecermos discretamente por tudo que temos
e por tudo que teremos.
É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencermos todos os obstáculos e sofrimentos.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É acreditar num mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida e vencer à morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.
É recomeçar...
Feliz Páscoa!!!
Abraços....
Não quero que alguém morra de amor por mim...
*Se um dia você se apaixonar e a razão pedir para desistir e o coração para lutar, lute pois não é a razão que bate para você viver...*
e sim o coração**
Não quero que alguém morra de amor por mim...
Prefiro esse alguém bem pertinho me abraçando.
Não quero que alguém me ame como eu amo.
Quero apenas que me ame.
Não quero que alguém seja igual a mim.
Porque quero ser a única pessoa do jeitinho que sou para alguém.
Não posso pretender que todas as pessoas gostem de mim.
Mas posso imaginar que algumas gostem e talvez um sorriso meu possa fazer pelo menos que uma dessas pessoas sorria também!
Quero fechar meus olhos e pensar em alguém e imaginar que alguém pensa em mim.
Quero ser um pedacinho do mundo de alguém e saber que esse alguém precisa de mim e que sou importante e que talvez sem mim a vida não fique tão boa.
Quero ter certeza que apesar das minhas burrices e loucuras alguém gosta de mim como eu sou!
Quero conseguir só lembrar das coisas boas que alguém possa ter feito pra mim e procurar não me lembrar das ruins.
Não quero brigar com o mundo e se o mundo brigar comigo quero ter coragem de enfrentá-lo.
Quero sempre poder dizer o quanto alguém é especial e importante pra mim.
Quero poder acreditar que mesmo que hoje eu não consiga, vou conseguir um dia!
Quero poder sempre dizer a alguém que gosto dele e o quanto gosto e como gosto!
Se você tem um alguém, alguém especial e importante na sua vida, não deixe de dizer isso... talvez alguém goste de escutar!!!!
"Todas as pessoas,
Que passam pelas nossas vidas...
Deixam as suas marcas
Num ir e vir infinito.
As que permanecem ...
é porque simplesmente
Doaram seus corações para entrar
Em sintonia com a nossas almas.
As que se vão,
Nos deixam um grande aprendizado...
Não importa que tipo de atitude tiveram,
Mas com elas aprendemos muito...
Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos
Que devemos ser humildes...
Com as carinhosas e atenciosas aprendemos
A ter gratidão...
Com as duras de coração aprendemos
A dar o perdão...
Com as pessoas que passam
Pelas nossas vidas, aprendemos
também a Amar de várias formas...
Com amizade, com dedicação, com
Carinho, com atenção...
Mas nunca ninguém nos ensinou
E Nunca aprenderemos
Como reagir diante da "SAUDADE"
Que algumas pessoas deixaram em nós".
e sim o coração**
Não quero que alguém morra de amor por mim...
Prefiro esse alguém bem pertinho me abraçando.
Não quero que alguém me ame como eu amo.
Quero apenas que me ame.
Não quero que alguém seja igual a mim.
Porque quero ser a única pessoa do jeitinho que sou para alguém.
Não posso pretender que todas as pessoas gostem de mim.
Mas posso imaginar que algumas gostem e talvez um sorriso meu possa fazer pelo menos que uma dessas pessoas sorria também!
Quero fechar meus olhos e pensar em alguém e imaginar que alguém pensa em mim.
Quero ser um pedacinho do mundo de alguém e saber que esse alguém precisa de mim e que sou importante e que talvez sem mim a vida não fique tão boa.
Quero ter certeza que apesar das minhas burrices e loucuras alguém gosta de mim como eu sou!
Quero conseguir só lembrar das coisas boas que alguém possa ter feito pra mim e procurar não me lembrar das ruins.
Não quero brigar com o mundo e se o mundo brigar comigo quero ter coragem de enfrentá-lo.
Quero sempre poder dizer o quanto alguém é especial e importante pra mim.
Quero poder acreditar que mesmo que hoje eu não consiga, vou conseguir um dia!
Quero poder sempre dizer a alguém que gosto dele e o quanto gosto e como gosto!
Se você tem um alguém, alguém especial e importante na sua vida, não deixe de dizer isso... talvez alguém goste de escutar!!!!
"Todas as pessoas,
Que passam pelas nossas vidas...
Deixam as suas marcas
Num ir e vir infinito.
As que permanecem ...
é porque simplesmente
Doaram seus corações para entrar
Em sintonia com a nossas almas.
As que se vão,
Nos deixam um grande aprendizado...
Não importa que tipo de atitude tiveram,
Mas com elas aprendemos muito...
Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos
Que devemos ser humildes...
Com as carinhosas e atenciosas aprendemos
A ter gratidão...
Com as duras de coração aprendemos
A dar o perdão...
Com as pessoas que passam
Pelas nossas vidas, aprendemos
também a Amar de várias formas...
Com amizade, com dedicação, com
Carinho, com atenção...
Mas nunca ninguém nos ensinou
E Nunca aprenderemos
Como reagir diante da "SAUDADE"
Que algumas pessoas deixaram em nós".
Mais uma noite está indo pelo poros suados deste dia trabalhado ou não!
Boa noite
Mais uma noite está indo pelo poros suados deste dia trabalhado ou não!
mais uma noite nasce e com ela a esperança de um novo e belo amanhecer de um novo e belo renascer.
É acredito que a cada dia renascemos e com ele um novo ser, uma nova mudança, um novo sorriso ainda que no mesmo rosto.
Mais um noite e neste época de páscoa vamos orar com mais sinceridade, com mais honestidade... querer sincero e desejar profundo.
Desejar um mundo de paz e que esta paz comece em nosso mundo interior, em nosso lar, Em nossas casas.
Páscoa não simplesmente comprar chocolates e ontentar uma felicidade que no fundo, no fundo de nosso ser sabemos não existir. O verdadeiro significado da páscoa estar em nos dispormos a fazer uma viagem interior, um passeio por caminhos internos por nós nunca pisados. Desbravar nossos sentimentos verdadeiros e pedir a Deus que nos ajude sempre a cada dia neste empreitada.
Mais uma noite está maravilhosamente sendo preparada com todo amor e misericórdia que o cara lá de cima sempre oferta em nosso favor. Diariamente
Mais uma noite está ai para ser amada, contemplada e muito bem vivida.
E vale muito, muito a pena sonhar... desejar... e já imaginando em nosso tela mental < aprendi com uma prima minha rsrs > entregue com todo seu desejo e vontade de realização ao universo. E ele se encarregará de no momento certo nos dará sinais de que algo sempre estará mudando ao nosso favor.
Mas de certo devemos lembrar que estamos no lugar certo.. na hora certa sempre!
Beijos
E boa páscoa
Debby :)
--------------------------------------------------------------------------------
O mecanismo do elogio
(Por Nuno Cobra)
A gente só pode dar aos outros, aquilo que damos para nós. Por isso, tem que estar sobrando amor, carinho e afeto, de você para com você, para sobrar também para o outro. Como você vai elogiar o outro se você esta mal, ranzinza e de mau humor?
Hoje, existe um clima de insatisfação e de exigência em relação ao outro. Como você consegue uma elevação espiritual, se está alicerçado num corpo incapaz de reparar as perdas inerentes à própria atividade diária?
A gente tem que viver para ser feliz. A felicidade é uma questão de administração do pensamento. Se você pensa uma coisa boa, o mal não te acontece. A solução é construir bons pensamentos. As pessoas se tornam muito rigorosas, com os seus pequenos erros, e não percebem os seus acertos. Sobra culpa, tristeza e lamentações. Além de uma idéia fixa em relação aos problemas.
A solução é buscar o resgate das suas origens e da sua raiz de vencedor, retiradas pela sociedade castradora.
Através da conquista do próprio corpo, você resgata a sua auto-estima. A melhora no seu corpo físico e no seu desempenho, através de atividades físicas, reflete como uma voz inconsciente e você passa a gostar de si, e portanto, dos outros. Vai passar a lidar com naturalidade com o positivo gesto do elogio.
Mais uma noite está indo pelo poros suados deste dia trabalhado ou não!
mais uma noite nasce e com ela a esperança de um novo e belo amanhecer de um novo e belo renascer.
É acredito que a cada dia renascemos e com ele um novo ser, uma nova mudança, um novo sorriso ainda que no mesmo rosto.
Mais um noite e neste época de páscoa vamos orar com mais sinceridade, com mais honestidade... querer sincero e desejar profundo.
Desejar um mundo de paz e que esta paz comece em nosso mundo interior, em nosso lar, Em nossas casas.
Páscoa não simplesmente comprar chocolates e ontentar uma felicidade que no fundo, no fundo de nosso ser sabemos não existir. O verdadeiro significado da páscoa estar em nos dispormos a fazer uma viagem interior, um passeio por caminhos internos por nós nunca pisados. Desbravar nossos sentimentos verdadeiros e pedir a Deus que nos ajude sempre a cada dia neste empreitada.
Mais uma noite está maravilhosamente sendo preparada com todo amor e misericórdia que o cara lá de cima sempre oferta em nosso favor. Diariamente
Mais uma noite está ai para ser amada, contemplada e muito bem vivida.
E vale muito, muito a pena sonhar... desejar... e já imaginando em nosso tela mental < aprendi com uma prima minha rsrs > entregue com todo seu desejo e vontade de realização ao universo. E ele se encarregará de no momento certo nos dará sinais de que algo sempre estará mudando ao nosso favor.
Mas de certo devemos lembrar que estamos no lugar certo.. na hora certa sempre!
Beijos
E boa páscoa
Debby :)
--------------------------------------------------------------------------------
O mecanismo do elogio
(Por Nuno Cobra)
A gente só pode dar aos outros, aquilo que damos para nós. Por isso, tem que estar sobrando amor, carinho e afeto, de você para com você, para sobrar também para o outro. Como você vai elogiar o outro se você esta mal, ranzinza e de mau humor?
Hoje, existe um clima de insatisfação e de exigência em relação ao outro. Como você consegue uma elevação espiritual, se está alicerçado num corpo incapaz de reparar as perdas inerentes à própria atividade diária?
A gente tem que viver para ser feliz. A felicidade é uma questão de administração do pensamento. Se você pensa uma coisa boa, o mal não te acontece. A solução é construir bons pensamentos. As pessoas se tornam muito rigorosas, com os seus pequenos erros, e não percebem os seus acertos. Sobra culpa, tristeza e lamentações. Além de uma idéia fixa em relação aos problemas.
A solução é buscar o resgate das suas origens e da sua raiz de vencedor, retiradas pela sociedade castradora.
Através da conquista do próprio corpo, você resgata a sua auto-estima. A melhora no seu corpo físico e no seu desempenho, através de atividades físicas, reflete como uma voz inconsciente e você passa a gostar de si, e portanto, dos outros. Vai passar a lidar com naturalidade com o positivo gesto do elogio.
"Quem quiser ficar rico, não vá ser juiz"
"Quem quiser ficar rico, não vá ser juiz"
João Batista de Arruda Sampaio,
desembargador e jurista (1902-1987)
João Batista de Arruda Sampaio,
desembargador e jurista (1902-1987)
O silêncio é a melhor resposta...
O silêncio é a melhor resposta...
É a melhor arma,
É a melhor defesa,
É melhor demonstração de amor...
É também de desprezo,
É também de sabedoria.
O silêncio é o curinga da vida.
O silêncio é a brincadeira mais séria.
Dificil de julgá-lo,imortal,belo e frio.
Precede os melhores momentos,e sucede os piores.
É as duas faces da moeda.
É todas as palavras em nenhuma."
É a melhor arma,
É a melhor defesa,
É melhor demonstração de amor...
É também de desprezo,
É também de sabedoria.
O silêncio é o curinga da vida.
O silêncio é a brincadeira mais séria.
Dificil de julgá-lo,imortal,belo e frio.
Precede os melhores momentos,e sucede os piores.
É as duas faces da moeda.
É todas as palavras em nenhuma."
Há três coisas na vida que nunca voltam atrás:
Há três coisas na vida que nunca voltam atrás:
A flecha lançada
A palavra pronunciada
A oportunidade perdida
A flecha lançada
A palavra pronunciada
A oportunidade perdida
O gênio
"O gênio consiste em um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração." Thomas A. Edison
A fé e a nossa perseverança
A fé e a nossa perseverança despertam o otimismo, que conduz à vitória final." Lutar e persistir sempre, desistir jamais.
(Enviado pelo orkut para celular)
(Enviado pelo orkut para celular)
Tempo de passagem
Tempo de passagem
"Se tu viesses agora
Se entrasses àquela porta
e te viesses sentar
mesmo defronte de mim
nesta cadeira vazia
ocupada de silêncio,
(....)
com certeza que morria
ou renascia contigo
nesse preciso momento."
(Manuela Amaral, poetisa portuguesa contemporânea)
Momentos vibrantes de vida, abraços “pascais”!!
"Se tu viesses agora
Se entrasses àquela porta
e te viesses sentar
mesmo defronte de mim
nesta cadeira vazia
ocupada de silêncio,
(....)
com certeza que morria
ou renascia contigo
nesse preciso momento."
(Manuela Amaral, poetisa portuguesa contemporânea)
Momentos vibrantes de vida, abraços “pascais”!!
PRÁTICAS DISTANTES
PRÁTICAS DISTANTES
Orson Peter Carrara
Todo ano, a cena se repete. Chega a época dos feriados católicos da chamada "Semana Santa" e surgem as questões:
Como o Espiritismo encara a Páscoa; Sexta-feira Santa"?;
Qual o procedimento do espírita no chamado "Sábado de aleluia" e "Domingo de Páscoa"?;
Como fica a questão do "Senhor Morto"?
Sabe que chego a surpreender-me com as perguntas.
Não quando surgem de novatos na Doutrina, mas quando surgem de velhos espíritas, condicionados ao hábito católico, que aliás, respeitamos muito. É importante destacar isso: o respeito que devemos às práticas católicas nesta época, desde a chamada época denominada de quaresma, até às lembranças históricas, na maioria das cidades revividas, do sacrifício e ressurgimento de Jesus. Só que embora o respeito devido, nada temos com isso no sentido das práticas relacionadas com a data.
São práticas religiosas merecedoras de apreço e respeito, mas distantes da prática espírita. É claro que há todo o contexto histórico da questão, os hábitos milenares enraizados na mente popular, o condicionamento com datas e lembranças e a obrigação católica de adesão a tais práticas.
Para a Doutrina Espírita, não há a chamada "Semana Santa", nem tão pouco o "Sábado de aleluia" ou o "Domingo de Páscoa" (embora nossas crianças não consigam ficar sem o chocolate, pela forte influência da mídia no consumismo aproveitador da data) ou o "Senhor Morto". Trata-se de feriado e prática católica e, portanto, não existem razões para adesão de qualquer tipo ou argumento a tais práticas. É absolutamente incoerente com a prática espírita o desejar de "Feliz Páscoa!", a comemoração de Páscoa em Centros Espíritas ou mesmo alteração da programação espírita nos Centros, em virtude de tais feriados católicos. E vejo a preocupação de expositores ou articulistas em abordar a questão, por força da data... Não há porque fazer-se programas de rádio específicos sobre o assunto, palestras sobre o tema ou publicar artigos em jornais só porque estamos na referida data. É óbvio que ao longo do ano, vez por outra, abordaremos a questão para esclarecimento ou estudo, mas sem prender-se à pressão e força da data.
Há uma influência católica muito intensa sobre a mente popular, com hábitos enraizados, a ponto de termos somente feriados católicos no Brasil, advindos de uma época de dominação católica sobre o país, realidade bem diferente da que se vive hoje. E os espíritas, afinados com outra proposta, a do Cristo Vivo, não têm porque apegar-se ou preocupar-se com tais questões.
Respeitemos nossos irmãos católicos, mas deixemo-los agir como queiram, sem o estresse de esgotar explicações. Nossa Doutrina é livre e deve ser praticada livremente, sem qualquer tipo de vinculação com outras práticas. Com isso, ninguém está a desrespeitar o sacrifício do Mestre em prol da Humanidade. Preferimos sim ficar com seus exemplos, inclusive o da imortalidade, do que ficar a reviver a tragédia a que foi levado pela precipitação humana.
Inclusive temos o dever de transmitir às novas gerações a violência da malhação do Judas, prática destoante do perdão recomendado pelo Mestre, verdadeiro absurdo mantido por mera tradição, também incoerente com a prática espírita.
A mesma situação ocorre quando, na chamada quaresma de nossos irmãos católicos, espíritas ficam preocupados em comer ou não comer carne, ou preocupados se isto pode ou não. Ora, ou somos espíritas ou não somos! Compara-se isso a indagar se, no Carnaval, os Centros devem ou não abrir as portas, em virtude do pesado clima que se forma (???!!!)... A Doutrina Espírita nada tem a ver com isso. São práticas de outras religiões, que repetimos respeitamos muito, mas não as adotamos, sendo absolutamente incoerente, com o espírita e prática dos Centros Espíritas, qualquer influência que modifique sua programação ou proposta de vida.
Esta abordagem está direcionada aos espíritas. Se algum irmão católico nos ler, esperamos nos compreenda o objetivo de argumentação da questão, internamente, para os próprios espíritas. Nada a opor ou qualquer atitude de crítica a práticas que julgamos extremamente importantes no entendimento católico e para as quais direcionamos nosso maior respeito.
Vemos com ternura a dedicação a profunda fé católica que se mostra com toda sua força durante os feriados da chamada Semana Santa e, é claro, nas demais atividades brasileiras que o Catolicismo desenvolve.
O objetivo da abordagem é direcionado aos espíritas que ainda guardam dúvidas sobre as três questões apresentadas no início do artigo. O Espiritismo encara a chamada Sexta-feira Santa como uma Sexta-feira normal, como todas as outras, embora reconhecendo a importância dela para os católicos. Também indica que não há procedimento algum para os dias desses feriados. E não há porque preocupar-se com o Senhor Morto, pois que Jesus vive e trabalha em prol da Humanidade.
E aqui, transcrevemos trecho do capítulo VIII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, no subtítulo VERDADEIRA PUREZA, MÃOS NÃO LAVADAS (página 117 - 107ª edição IDE): "O objetivo da religião é conduzir o homem a Deus; ora, o homem não chega a Deus senão quando está perfeito; portanto, toda religião que não torna o homem melhor, não atinge seu objetivo; (...) A crença na eficácia dos sinais exteriores é nula se não impede que se cometam homicídios, adultérios, espoliações, calúnias e de fazer mal ao próximo em que quer que seja. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem. Não basta, pois, ter as aparências da pureza, é preciso antes de tudo ter a pureza de coração".
Não pensem os leitores que extraímos o trecho pensando nas práticas católicas em questão. Não! Pensamos em nós mesmos, os espíritas, que tantas vezes nos perdemos em ilusões, acreditando cegamente na assistência dos espíritos benfeitores, mas agindo com hipocrisia, fanatismo e, pasmem, superstição .... quando não conhecemos devidamente os objetivos da Doutrina Espírita, que são, em última análise, a melhora moral do homem.
(Publicado no Boletim GEAE Número 390 de 02 de maio de 2000)
Orson Peter Carrara
Todo ano, a cena se repete. Chega a época dos feriados católicos da chamada "Semana Santa" e surgem as questões:
Como o Espiritismo encara a Páscoa; Sexta-feira Santa"?;
Qual o procedimento do espírita no chamado "Sábado de aleluia" e "Domingo de Páscoa"?;
Como fica a questão do "Senhor Morto"?
Sabe que chego a surpreender-me com as perguntas.
Não quando surgem de novatos na Doutrina, mas quando surgem de velhos espíritas, condicionados ao hábito católico, que aliás, respeitamos muito. É importante destacar isso: o respeito que devemos às práticas católicas nesta época, desde a chamada época denominada de quaresma, até às lembranças históricas, na maioria das cidades revividas, do sacrifício e ressurgimento de Jesus. Só que embora o respeito devido, nada temos com isso no sentido das práticas relacionadas com a data.
São práticas religiosas merecedoras de apreço e respeito, mas distantes da prática espírita. É claro que há todo o contexto histórico da questão, os hábitos milenares enraizados na mente popular, o condicionamento com datas e lembranças e a obrigação católica de adesão a tais práticas.
Para a Doutrina Espírita, não há a chamada "Semana Santa", nem tão pouco o "Sábado de aleluia" ou o "Domingo de Páscoa" (embora nossas crianças não consigam ficar sem o chocolate, pela forte influência da mídia no consumismo aproveitador da data) ou o "Senhor Morto". Trata-se de feriado e prática católica e, portanto, não existem razões para adesão de qualquer tipo ou argumento a tais práticas. É absolutamente incoerente com a prática espírita o desejar de "Feliz Páscoa!", a comemoração de Páscoa em Centros Espíritas ou mesmo alteração da programação espírita nos Centros, em virtude de tais feriados católicos. E vejo a preocupação de expositores ou articulistas em abordar a questão, por força da data... Não há porque fazer-se programas de rádio específicos sobre o assunto, palestras sobre o tema ou publicar artigos em jornais só porque estamos na referida data. É óbvio que ao longo do ano, vez por outra, abordaremos a questão para esclarecimento ou estudo, mas sem prender-se à pressão e força da data.
Há uma influência católica muito intensa sobre a mente popular, com hábitos enraizados, a ponto de termos somente feriados católicos no Brasil, advindos de uma época de dominação católica sobre o país, realidade bem diferente da que se vive hoje. E os espíritas, afinados com outra proposta, a do Cristo Vivo, não têm porque apegar-se ou preocupar-se com tais questões.
Respeitemos nossos irmãos católicos, mas deixemo-los agir como queiram, sem o estresse de esgotar explicações. Nossa Doutrina é livre e deve ser praticada livremente, sem qualquer tipo de vinculação com outras práticas. Com isso, ninguém está a desrespeitar o sacrifício do Mestre em prol da Humanidade. Preferimos sim ficar com seus exemplos, inclusive o da imortalidade, do que ficar a reviver a tragédia a que foi levado pela precipitação humana.
Inclusive temos o dever de transmitir às novas gerações a violência da malhação do Judas, prática destoante do perdão recomendado pelo Mestre, verdadeiro absurdo mantido por mera tradição, também incoerente com a prática espírita.
A mesma situação ocorre quando, na chamada quaresma de nossos irmãos católicos, espíritas ficam preocupados em comer ou não comer carne, ou preocupados se isto pode ou não. Ora, ou somos espíritas ou não somos! Compara-se isso a indagar se, no Carnaval, os Centros devem ou não abrir as portas, em virtude do pesado clima que se forma (???!!!)... A Doutrina Espírita nada tem a ver com isso. São práticas de outras religiões, que repetimos respeitamos muito, mas não as adotamos, sendo absolutamente incoerente, com o espírita e prática dos Centros Espíritas, qualquer influência que modifique sua programação ou proposta de vida.
Esta abordagem está direcionada aos espíritas. Se algum irmão católico nos ler, esperamos nos compreenda o objetivo de argumentação da questão, internamente, para os próprios espíritas. Nada a opor ou qualquer atitude de crítica a práticas que julgamos extremamente importantes no entendimento católico e para as quais direcionamos nosso maior respeito.
Vemos com ternura a dedicação a profunda fé católica que se mostra com toda sua força durante os feriados da chamada Semana Santa e, é claro, nas demais atividades brasileiras que o Catolicismo desenvolve.
O objetivo da abordagem é direcionado aos espíritas que ainda guardam dúvidas sobre as três questões apresentadas no início do artigo. O Espiritismo encara a chamada Sexta-feira Santa como uma Sexta-feira normal, como todas as outras, embora reconhecendo a importância dela para os católicos. Também indica que não há procedimento algum para os dias desses feriados. E não há porque preocupar-se com o Senhor Morto, pois que Jesus vive e trabalha em prol da Humanidade.
E aqui, transcrevemos trecho do capítulo VIII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, no subtítulo VERDADEIRA PUREZA, MÃOS NÃO LAVADAS (página 117 - 107ª edição IDE): "O objetivo da religião é conduzir o homem a Deus; ora, o homem não chega a Deus senão quando está perfeito; portanto, toda religião que não torna o homem melhor, não atinge seu objetivo; (...) A crença na eficácia dos sinais exteriores é nula se não impede que se cometam homicídios, adultérios, espoliações, calúnias e de fazer mal ao próximo em que quer que seja. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem. Não basta, pois, ter as aparências da pureza, é preciso antes de tudo ter a pureza de coração".
Não pensem os leitores que extraímos o trecho pensando nas práticas católicas em questão. Não! Pensamos em nós mesmos, os espíritas, que tantas vezes nos perdemos em ilusões, acreditando cegamente na assistência dos espíritos benfeitores, mas agindo com hipocrisia, fanatismo e, pasmem, superstição .... quando não conhecemos devidamente os objetivos da Doutrina Espírita, que são, em última análise, a melhora moral do homem.
(Publicado no Boletim GEAE Número 390 de 02 de maio de 2000)
Comemoraremos em breves dias, a Páscoa. bom que nos lembremos do seu significado, em nossas vidas e credo.
Estimados Colegas,
Comemoraremos em breves dias, a Páscoa. É bom que nos lembremos do seu significado, em nossas vidas e credo.
A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “Páscoa”, do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e em latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera.
Para entender o significado da Páscoa cristã é necessário reverter para a Idade Média e lembrar-nos dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam “Ostera”, ou “Esther”, em inglês “Easter”, que quer dizer Páscoa. “Ostera” (ou “Ostara”) era a deusa da primavera, a qual era representada como segurando um ovo e observando um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que traz consigo são símbolos da chegada de uma nova vida. “Ostera” equivale, na mitologia grega, a “Persephone”, a qual na mitologia romana é “Ceres”.
Entre estes antigos povos pagãos comemorava-se a chegada da primavera pintando e decorando ovos. O próprio costume de colori-los para dar de presente na páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
Pintar ovos à mão também é uma tradição que acompanha os ucranianos durante quase toda a sua história. Para eles, receber ovos pintados é augúrio de boa sorte, fertilidade, amor e fortuna. Geralmente estes ovos são de galinha, ganso ou codorna, e requerem um trabalho artesanal minucioso. Há uma lenda que conta que Simeão, o cireneu que ajudou Cristo a carregar a cruz até o Calvário, era vendedor de ovos, e que depois da crucificação ele percebeu, como por milagre, que os ovos encontravam-se coloridos.
Em hebraico, ”pessach”, chamada “páscoa judaica”, originou-se quando os hebreus, há cerca de 3 mil anos, celebraram o êxodo e a libertação do seu povo após 400 anos de cativeiro no Egito, pela mão de Moisés. Comemora-se desta forma a passagem da escravidão para a libertação: saíram do solo egípcio, ficaram 40 anos no deserto, até chegar à região da Palestina, terra prometida, atualmente chamada de Israel. Na comemoração desta data come-se o “cordeiro pascal”, pão sem fermento (o “matzá”), com ervas amargas e muito vinho.
A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicéa, em 325 d.C., como sendo “o primeiro Domingo após a primeira Lua cheia que ocorre após ou no equinócio da aurora boreal, adotado como sendo 21 de março.”
A simbologia do ovo de páscoa – o ovo é um desses símbolos que praticamente se explica por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclicas. De um modo simples podemos dizer que é um símbolo da vida. Os celtas, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Em muitos países europeus, ainda hoje, há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. O coelho, símbolo da fertilidade no antigo Egito, esconde seus ovos coloridos em ninhos, a fim de que as crianças possam procura-los como presentes de Páscoa. Tem sido tradicional fabricarem-se os ovos de chocolate, para alegria de todos – fabricantes e consumidores.
FELIZ PÁSCOA
Em inglês: HAPPY EASTER
Na França: JOYEUSES PÂQUES
Na Grécia KALO PASKA
Na China FOUAIHWOGIE QUAILE
Em árabe: EID-FOSS’HMUBARAK
Na Croácia: SRETUNUSKRS
Na República Checa: VESELE VANOCE
Na Alemanha SCHÖNE OSTERN
Na Itália: BUONA PASQUA
No Laos: SOUK SAN VAN EASTER
SENTENÇA QUE CONDENOU JESUS
“ No ano dezenove de Tibério César, imperador romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Ilíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro da Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia Quinto Sérgio, sob regimento o governador da Cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, Pôncio Pilatos, regente da Baixa Galiléia, Herodes Antipas, pontífice do sumo sacerdote, Caifás; magnos do templo, Alis Almael Robas Acasel, Franchino Centauro, cônsules romanos da Cidade de Jerusalém, Quinto Cornélio Sublime e Sixto Russo, no mês de março e dia XXV do presente – Eu, Pôncio Pilatos, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte Jesus, chamado pela plebe Cristo Nazareno e Galileu de nação, homem sedicioso contra a Lei Mosaica, contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da Cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz nos ombros para que sirva a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que conduza Jesus ao monte público da Justiça, chamado calvário, onde, crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que se ponha, em diversas línguas, este título – Jesus Nazarenus, Rex Iudeorum. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas de nossa sentença: pelas doze tribos de Israel: Rabaim Daniel, Rabaim Joaquim Banicar, Babasu, Laré Petuculani. Pelos Fariseus: Bulieniel, Simeão, Ranol, Babbine, Mandoani, Bancurfosse. Pelos Hebreus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: Lúcio Sextilo e Amácio Chilicio.”
(O texto original desta sentença encontra-se arquivada no Museu da Espanha)
Assim, na tarde de Sexta-feira, Jesus morre extenuado pelas sevícias e sufocado pelo peso do próprio corpo. Páginas belíssimas e telas maravilhosas procuram transmitir e levar à reflexão o que foi esta condenação e execução. O seu corpo foi depositado em um sepulcro, por José de Arimatéia, e dois dias depois desaparece para, no dia seguinte e nos próximos 40 dias, aparecer vivo aos discípulos, na Judéia e na Galiléia.
Esta é a nossa Páscoa cristã, comemorada nestes dias de 2004: a nova e definitiva passagem da opressão à liberdade, da morte à vida. A ressurreição de Jesus é algo miraculoso porque é um convite à nossa própria ressurreição, ainda nesta vida, como nos ensina Frei Betto, com sua pena magistral:
“Livrar-nos de todos os sinais de morte – injustiça, conformismo, desalento, desesperança – e abraçar a justiça, o sonho, a utopia, a esperança – sem os quais o amor não passa de um sentimento inócuo.”
Que possamos todos nós ter uma Páscoa plena e gratificante, com Paz e Amor.
Abraços a Todos.
João da Matta e Silva
Comemoraremos em breves dias, a Páscoa. É bom que nos lembremos do seu significado, em nossas vidas e credo.
A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “Páscoa”, do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e em latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera.
Para entender o significado da Páscoa cristã é necessário reverter para a Idade Média e lembrar-nos dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam “Ostera”, ou “Esther”, em inglês “Easter”, que quer dizer Páscoa. “Ostera” (ou “Ostara”) era a deusa da primavera, a qual era representada como segurando um ovo e observando um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que traz consigo são símbolos da chegada de uma nova vida. “Ostera” equivale, na mitologia grega, a “Persephone”, a qual na mitologia romana é “Ceres”.
Entre estes antigos povos pagãos comemorava-se a chegada da primavera pintando e decorando ovos. O próprio costume de colori-los para dar de presente na páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
Pintar ovos à mão também é uma tradição que acompanha os ucranianos durante quase toda a sua história. Para eles, receber ovos pintados é augúrio de boa sorte, fertilidade, amor e fortuna. Geralmente estes ovos são de galinha, ganso ou codorna, e requerem um trabalho artesanal minucioso. Há uma lenda que conta que Simeão, o cireneu que ajudou Cristo a carregar a cruz até o Calvário, era vendedor de ovos, e que depois da crucificação ele percebeu, como por milagre, que os ovos encontravam-se coloridos.
Em hebraico, ”pessach”, chamada “páscoa judaica”, originou-se quando os hebreus, há cerca de 3 mil anos, celebraram o êxodo e a libertação do seu povo após 400 anos de cativeiro no Egito, pela mão de Moisés. Comemora-se desta forma a passagem da escravidão para a libertação: saíram do solo egípcio, ficaram 40 anos no deserto, até chegar à região da Palestina, terra prometida, atualmente chamada de Israel. Na comemoração desta data come-se o “cordeiro pascal”, pão sem fermento (o “matzá”), com ervas amargas e muito vinho.
A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicéa, em 325 d.C., como sendo “o primeiro Domingo após a primeira Lua cheia que ocorre após ou no equinócio da aurora boreal, adotado como sendo 21 de março.”
A simbologia do ovo de páscoa – o ovo é um desses símbolos que praticamente se explica por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclicas. De um modo simples podemos dizer que é um símbolo da vida. Os celtas, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Em muitos países europeus, ainda hoje, há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. O coelho, símbolo da fertilidade no antigo Egito, esconde seus ovos coloridos em ninhos, a fim de que as crianças possam procura-los como presentes de Páscoa. Tem sido tradicional fabricarem-se os ovos de chocolate, para alegria de todos – fabricantes e consumidores.
FELIZ PÁSCOA
Em inglês: HAPPY EASTER
Na França: JOYEUSES PÂQUES
Na Grécia KALO PASKA
Na China FOUAIHWOGIE QUAILE
Em árabe: EID-FOSS’HMUBARAK
Na Croácia: SRETUNUSKRS
Na República Checa: VESELE VANOCE
Na Alemanha SCHÖNE OSTERN
Na Itália: BUONA PASQUA
No Laos: SOUK SAN VAN EASTER
SENTENÇA QUE CONDENOU JESUS
“ No ano dezenove de Tibério César, imperador romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Ilíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro da Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia Quinto Sérgio, sob regimento o governador da Cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, Pôncio Pilatos, regente da Baixa Galiléia, Herodes Antipas, pontífice do sumo sacerdote, Caifás; magnos do templo, Alis Almael Robas Acasel, Franchino Centauro, cônsules romanos da Cidade de Jerusalém, Quinto Cornélio Sublime e Sixto Russo, no mês de março e dia XXV do presente – Eu, Pôncio Pilatos, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte Jesus, chamado pela plebe Cristo Nazareno e Galileu de nação, homem sedicioso contra a Lei Mosaica, contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da Cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz nos ombros para que sirva a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que conduza Jesus ao monte público da Justiça, chamado calvário, onde, crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que se ponha, em diversas línguas, este título – Jesus Nazarenus, Rex Iudeorum. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas de nossa sentença: pelas doze tribos de Israel: Rabaim Daniel, Rabaim Joaquim Banicar, Babasu, Laré Petuculani. Pelos Fariseus: Bulieniel, Simeão, Ranol, Babbine, Mandoani, Bancurfosse. Pelos Hebreus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: Lúcio Sextilo e Amácio Chilicio.”
(O texto original desta sentença encontra-se arquivada no Museu da Espanha)
Assim, na tarde de Sexta-feira, Jesus morre extenuado pelas sevícias e sufocado pelo peso do próprio corpo. Páginas belíssimas e telas maravilhosas procuram transmitir e levar à reflexão o que foi esta condenação e execução. O seu corpo foi depositado em um sepulcro, por José de Arimatéia, e dois dias depois desaparece para, no dia seguinte e nos próximos 40 dias, aparecer vivo aos discípulos, na Judéia e na Galiléia.
Esta é a nossa Páscoa cristã, comemorada nestes dias de 2004: a nova e definitiva passagem da opressão à liberdade, da morte à vida. A ressurreição de Jesus é algo miraculoso porque é um convite à nossa própria ressurreição, ainda nesta vida, como nos ensina Frei Betto, com sua pena magistral:
“Livrar-nos de todos os sinais de morte – injustiça, conformismo, desalento, desesperança – e abraçar a justiça, o sonho, a utopia, a esperança – sem os quais o amor não passa de um sentimento inócuo.”
Que possamos todos nós ter uma Páscoa plena e gratificante, com Paz e Amor.
Abraços a Todos.
João da Matta e Silva
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