terça-feira, 20 de setembro de 2011
USUFRUTO E PACIÊNCIA
USUFRUTO E PACIÊNCIA
Ante as leis da Terra, a propriedade, pertença ao grupo social ou ao indivíduo, é sempre credora de respeito; entretanto, perante a Criação Divina, a ideia do usufruto é grande fator de paciência ao coração.
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Se raciocinas em termos de vida eterna, lembrar-te-ás, decerto, que os teus mais valorosos ascendentes vieram à Terra, desfrutaram-lhe os bens e voltaram à Espiritualidade que se nos faz o campo de origem.
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Reflete nisso para que os abalos da desvinculação no mundo não te comprometam equilíbrio e saúde.
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Os entes mais queridos buscaram-te a companhia ou buscaste a companhia deles, no entanto, surgirá o momento em que se despedirão de ti ou no qual te despedirás deles, sob os imperativos da lei de mudança construtiva, conquanto o amor permaneça intacto, prenunciando as alegrias do reencontro.
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Os bens que, porventura, reuniste se transferirão de teu nome para outros, sejam esses outros familiares que se te ligam na consanguinidade ou companheiros diferentes que te conferirão continuidade ao trabalho.
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Poder que detenhas, por muito se te demore nas mãos, passará para mãos alheias, considerando-se as transformações inevitáveis.
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Influências que possuas cederá com o tempo.
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Determinadas faculdades da inteligência, tê-las-ás no Plano Físico, enquanto puderes sustentar-te em corpo relativamente robusto, à maneira do violinista que apenas de manterá em alta forma, enquanto conseguir dispor da integridade do instrumento.
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Atentos à realidade de que todos usufruímos recursos que, na essência, não nos pertencem, estejamos alertas, amando sem possessão e servindo sem apego.
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Considera a posição de usufrutuário em que te encontras na experiência terrestre e sejam quais forem as circunstâncias adversas em que te vejas no mundo, a paciência não te faltará.
(De “Calma”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel).

