quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ERRE AUXILIANDO

ERRE AUXILIANDO








Auxilie a todos para o bem.



Auxilie sem condições.



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Ainda mesmo por despeito, auxilie sem descansar, na certeza de que, assim, muitas vezes, poderá conquistar a cooperação dos próprios adversários.



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Ainda mesmo por inveja, auxilie infatigavelmente, porque, desse modo, acabará você assimilando as qualidades nobres daqueles que respiram em Plano Superior.



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Ainda mesmo por desfastio, auxilie espontaneamente aos que cruzam a estrada, porque, dessa forma, livrar-se-á você dos pesadelos da hora inútil, surpreendendo, por fim, a bênção do trabalho e o templo da alegria.



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Ainda mesmo por ostentação, auxilie a que passa sob o jugo da necessidade e da dor, porque, nessa diretriz, atingirá você o grande entendimento, descobrindo as riquezas ocultas do amor e da humildade.



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Ainda mesmo sob a pressão de grande constrangimento, auxilie sem repouso, porque, na tarefa do auxílio, receberá a colaboração natural dos outros, capaz de solver-lhe os problemas e extinguir-lhe as inibições.



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Ainda mesmo sob o império da aversão, auxilie sempre, porque o serviço ao próximo dissolver-lhe-á todas as sombras, na generosa luz da compreensão e da simpatia.



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Erre auxiliando.



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Ainda mesmo nos espinheiros da mágoa ou da ilusão, auxiliem sem reclamar o auxílio de outrem, servindo sem amargura e sem paga, porque os erros, filhos do sincero desejo de auxiliar, são também caminhos abençoados que, embora obscuros e pedregosos, nos conduzem o espírito às alegrias do Eterno Bem.



(De “Apostilas da Vida”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz)