quarta-feira, 23 de novembro de 2011

JUSTIÇA E AMOR

JUSTIÇA E AMOR







JUSTIÇA E AMOR







Enquanto alimentamos o mal em nossos pensamentos, palavras e ações, estamos sob os choques de retorno das nossas próprias criações, dentro da vida.



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As dores que recebemos são a colheita dos espinhos que arremessamos.



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Agora ou amanhã, recolheremos sempre o fruto vivo de nossa sementeira.



Há plantas que nascem para o serviço de um dia, quais os legumes que aparecem para o serviço da mesa, enquanto outras surgem para as obras importantes do tempo, quais as grandes árvores, nutridas pelos séculos, destinadas à solução dos nossos problemas de moradia.



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Assim também praticamos atos, cujos reflexos nos atingem, de imediato, e mobilizamos outros, cujos efeitos nos alcançarão, no campo do grande futuro.



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Em razão disso, enquanto falhamos para com as Leis que nos regem, estamos sujeitos ao tacão da justiça.



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Só o amor é bastante forte para libertar-nos do cativeiro de nossos delitos.



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A Justiça edifica a penitenciária.



O amor levanta a escola.



A justiça tece o grilhão.



O amor traz a bênção.



Quem fere a outrem encarcera-se nas consequências lamentáveis da própria atitude.



Quem auxilia adquire o tesouro da simpatia.



Quem perdoa eleva-se.



Quem se vinga desce aos despenhadeiros da sombra.



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Tudo é fácil para aquele que cultiva a verdadeira fraternidade, porque o amor pensa, fala e age, estabelecendo o caminho em que se arrojará, livre e feliz, à alegria da Vida Eterna.



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Quem deseje, pois, avançar para a Luz, aprenda a desculpar, infinitamente, porque o céu da liberdade ou o inferno da condenação residem, na intimidade de nossa própria consciência.



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Por isso mesmo, o Mestre Divino ensinou-nos a pedir na oração dominical: — Pai, perdoa as nossas dívidas, assim como devemos perdoar aos nossos devedores.”



(De “Indulgência”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)