PERDOA AGORA
Não te detenhas!
Torna à presença do companheiro que te feriu e perdoa, ajudando-o a
recuperar-se.
Reflete e ampara-o!
Quantas dores e quantas perturbações lhe vergastaram a alma, antes que a
palavra dele se erguesse para ofender-te ou antes que o seu braço, armado
pela incompreensão, deferisse contra ti o golpe deprimente?
Guarda a calma e auxilia, sem cessar.
Mais tarde, é possível que não possas, por tua vez, suportar o horrendo
assalto da ira e reclamarás, igualmente, o bálsamo da alheia compreensão.
Retorna ao teu lar ou à tua luta e espalha, de novo, a bênção do amor, com
todos os corações que jazem envenenados, pelo fel da crueldade ou pela
peçonha da calúnia.
Não hesites, porém! Perdoa agora, enquanto a oportunidade de reaproximação
te favorece os bons desejos porque, provavelmente, amanhã, o ensejo luminoso
terá passado e não encontrarás, ao redor de ti senão a cinza do
arrependimento e o choro amargo da inútil lamentação.
(Do livro "Assim Vencerás", pelo Espírito Emmanuel, Francisco Cândido
Xavier, edição IDEAL)
Não te detenhas!
Torna à presença do companheiro que te feriu e perdoa, ajudando-o a
recuperar-se.
Reflete e ampara-o!
Quantas dores e quantas perturbações lhe vergastaram a alma, antes que a
palavra dele se erguesse para ofender-te ou antes que o seu braço, armado
pela incompreensão, deferisse contra ti o golpe deprimente?
Guarda a calma e auxilia, sem cessar.
Mais tarde, é possível que não possas, por tua vez, suportar o horrendo
assalto da ira e reclamarás, igualmente, o bálsamo da alheia compreensão.
Retorna ao teu lar ou à tua luta e espalha, de novo, a bênção do amor, com
todos os corações que jazem envenenados, pelo fel da crueldade ou pela
peçonha da calúnia.
Não hesites, porém! Perdoa agora, enquanto a oportunidade de reaproximação
te favorece os bons desejos porque, provavelmente, amanhã, o ensejo luminoso
terá passado e não encontrarás, ao redor de ti senão a cinza do
arrependimento e o choro amargo da inútil lamentação.
(Do livro "Assim Vencerás", pelo Espírito Emmanuel, Francisco Cândido
Xavier, edição IDEAL)

